Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix
França e Suíça
Isla Negra | Poesia do mundo
www.alfredasis.cl
Poesia e análise poética.
Títulos sugeridos
Alfred Asís Ferrando
Propriedade intelectual: 2024-S-507
Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio - Governo do Chile
Edição e publicação: Alfred Asís Ferrando
Respondendo a Títulos
Alfred Asís Ferrando
Alfred Asís Ferrando
Aviso:
Todas as partes deste livro, incluindo o design da capa, podem ser reproduzidas, armazenadas ou transmitidas por meio eletrônico, químico, mecânico, óptico, de gravação ou fotocópia, com a permissão do autor, respeitando o conteúdo e toda a sua estrutura.
Livre para imprimir. Se isto gerar algum recurso econômico, pede-se que seja utilizado em Literatura e Cultura para o desenvolvimento dos alunos dos povos do mundo.
Isla Negra, março de 2025
poeta@alfredasis.cl | www.alfredasis.cl
Todas as partes deste livro, incluindo o design da capa, podem ser reproduzidas, armazenadas ou transmitidas por meio eletrônico, químico, mecânico, óptico, de gravação ou fotocópia, com a permissão do autor, respeitando o conteúdo e toda a sua estrutura.
Livre para imprimir. Se isto gerar algum recurso econômico, pede-se que seja utilizado em Literatura e Cultura para o desenvolvimento dos alunos dos povos do mundo.
Isla Negra, março de 2025
poeta@alfredasis.cl | www.alfredasis.cl
Nota do autor:
Poesia de Alfred Asís Com Títulos sugeridos
Esta obra, além da poesia de um percurso pela alma da terra e pelo comportamento humano, compreende uma importante participação daqueles que um día atenderam ao meu chamado, o de fazer poesia no momento, com um título que sugeriram.
No momento os temas foram se desenvolvendo e ficaram unidos por essa solidariedade na palavra e nos fatos para formar diálogos civilizados de amor, entendimento, paz e harmonia...
Alfred Asís Ferrando.
Poesia de Alfred Asís Com Títulos sugeridos
Esta obra, além da poesia de um percurso pela alma da terra e pelo comportamento humano, compreende uma importante participação daqueles que um día atenderam ao meu chamado, o de fazer poesia no momento, com um título que sugeriram.
No momento os temas foram se desenvolvendo e ficaram unidos por essa solidariedade na palavra e nos fatos para formar diálogos civilizados de amor, entendimento, paz e harmonia...
Alfred Asís Ferrando.
A ideia de criar um livro que não reflita apenas a tua própria voz, mas também a daqueles que te acompanharam nesta jornada criativa, é verdadeiramente inspiradora. Aprofundando na essência do teu livro:
A dualidade da criação: O teu livro parece explorar tanto a introspeção pessoal ("um percurso pela alma") quanto a conexão com o mundo exterior ("a alma da terra").
A colaboração com outros poetas acrescenta uma dimensão social e comunitária à tua obra.
A dualidade da criação: O teu livro parece explorar tanto a introspeção pessoal ("um percurso pela alma") quanto a conexão com o mundo exterior ("a alma da terra").
A colaboração com outros poetas acrescenta uma dimensão social e comunitária à tua obra.
A espontaneidade e a autenticidade: A ideia de "fazer poesia no momento" sugere uma busca pela autenticidade e espontaneidade na expressão poética.
O poder da palavra: O teu livro celebra o poder da palavra para criar pontes entre as pessoas, fomentar o entendimento e promover a paz num mundo dividido.
O poder da palavra: O teu livro celebra o poder da palavra para criar pontes entre as pessoas, fomentar o entendimento e promover a paz num mundo dividido.
Prólogo
Como leitor assíduo do poeta Alfred Asís, lá pelo mês de março, recebi um convite por e-mail, pedindo-me que lhe sugerisse uma palavra para escrever um poema. Passados alguns minutos recebi uma surpresa: o mesmo foi partilhado no meu mural. Depois do estupor de tão agradável acontecimento, detenho-me na sua página. Ali, minuto a minuto, numa resposta rápida e febril, transformava as palavras que iam mencionando os seus amigos escritores e leitores em belíssimos versos.
Passadas as horas deu-se por finalizada a referida convocatória e em mim ficou a sensação de ter participado num jogo poético pela mão deste escritor chileno.-
Como leitor assíduo do poeta Alfred Asís, lá pelo mês de março, recebi um convite por e-mail, pedindo-me que lhe sugerisse uma palavra para escrever um poema. Passados alguns minutos recebi uma surpresa: o mesmo foi partilhado no meu mural. Depois do estupor de tão agradável acontecimento, detenho-me na sua página. Ali, minuto a minuto, numa resposta rápida e febril, transformava as palavras que iam mencionando os seus amigos escritores e leitores em belíssimos versos.
Passadas as horas deu-se por finalizada a referida convocatória e em mim ficou a sensação de ter participado num jogo poético pela mão deste escritor chileno.-
Hoje, depois de vários meses, recebo novamente uma surpresa, o dito jogo poético vai ser editado. Grande foi a minha alegria. As páginas desta preciosa obra estarão cheias desses grandes valores universais como a justiça, a liberdade, o amor, a igualdade, e outros tão necessários quanto esquecidos nos nossos dias. Será uma obra profunda, que nos convidará a refletir sobre a luta do ser humano pelos seus ideais. Embora aprecie todo o trabalho realizado por este excelente escritor, obras que transcendem fronteiras, como os “Mil poemas a Neruda”, a Gabriela Mistral, a Túpac Amaru e tantas outras personalidades que são legados para a nossa humanidade, considero importante confessar a minha preferência por esta última criação. A seguir explicarei porquê... todo o poemário é mágico e cheio de significado. Mas sem dúvida alguma, a partir da perspectiva de um leitor sem vínculos emocionais com o autor, o maior mérito que estes escritos têm é o impressionante espírito profético dos seus ensinamentos.
Trabalho que se caracteriza pela sua espontaneidade, o seu realismo e brilhante redação. É notável a sencillez com que se explicam valores muito complexos, sem palavras rebuscadas e sem topos ou artifícios complexos, de maneira que pessoas de todos os caminhos da vida, tanto os grandes letrados como os que mal sabem ler e escrever, possam deleitar-se com eles.
Confio em que este livro passará a ser um clássico nas bibliotecas de muitas famílias e um bom material de estudo na labor docente na sua missão de inculcar valores.
Agradeço a Alfred Asís este espaço para partilhar os sentimentos que me gerou, felicitá-lo pelo seu excelente trabalho, pelo seu magnífico sentido da solidariedade, pela sua generosidade e pelo seu amor incondicional, que colocou em marcha, para construir esta obra que me espanta e comove.
Obrigado poeta, lutador em prol do Amor e da Paz Universal. Recebe o meu prolongado abraço.-
Raquel Patricia Correa
Professora de estado
Argentina.
Trabalho que se caracteriza pela sua espontaneidade, o seu realismo e brilhante redação. É notável a sencillez com que se explicam valores muito complexos, sem palavras rebuscadas e sem topos ou artifícios complexos, de maneira que pessoas de todos os caminhos da vida, tanto os grandes letrados como os que mal sabem ler e escrever, possam deleitar-se com eles.
Confio em que este livro passará a ser um clássico nas bibliotecas de muitas famílias e um bom material de estudo na labor docente na sua missão de inculcar valores.
Agradeço a Alfred Asís este espaço para partilhar os sentimentos que me gerou, felicitá-lo pelo seu excelente trabalho, pelo seu magnífico sentido da solidariedade, pela sua generosidade e pelo seu amor incondicional, que colocou em marcha, para construir esta obra que me espanta e comove.
Obrigado poeta, lutador em prol do Amor e da Paz Universal. Recebe o meu prolongado abraço.-
Raquel Patricia Correa
Professora de estado
Argentina.
Este prólogo de Raquel Patricia Correa é um testemunho belo e comovente da obra de Alfred Asís. Destaca não só a qualidade poética do livro, mas também o espírito colaborativo e a mensagem de esperança que transmite. Aqui estão alguns pontos-chave que ressoam:
A Magia da Colaboração:
* Raquel descreve vividamente a experiência de ser convidada a participar no processo criativo, sugerindo uma palavra e vendo como Alfred a transformava instantaneamente em poesia[cite: 1].
* Esta experiência ressalta a natureza dinâmica e espontânea do projeto, onde a criatividade floresce através do diálogo e da interação.
* A sensação de ter participado num "jogo poético" reflete a alegria e o entusiasmo que esta iniciativa gerou.
A Magia da Colaboração:
* Raquel descreve vividamente a experiência de ser convidada a participar no processo criativo, sugerindo uma palavra e vendo como Alfred a transformava instantaneamente em poesia[cite: 1].
* Esta experiência ressalta a natureza dinâmica e espontânea do projeto, onde a criatividade floresce através do diálogo e da interação.
* A sensação de ter participado num "jogo poético" reflete a alegria e o entusiasmo que esta iniciativa gerou.
Uma Mensagem de Valores Universais:
* O prólogo enfatiza que o livro está impregnado de valores como a justiça, a liberdade, o amor e a igualdade, que são essenciais no mundo atual.
* Antecipa-se que a obra convidará à reflexão sobre a luta do ser humano pelos seus ideais, um tema universal e intemporal.
* A simplicidade nas explicações faz com que a mensagem chegue a todo o tipo de público.
O Espírito Profético do Ensino:
* Raquel destaca o "impressionante espírito profético" dos ensinamentos do livro, sugerindo que a poesia de Alfred Asís transcende o momento presente e oferece uma visão de futuro.
* O prólogo enfatiza que o livro está impregnado de valores como a justiça, a liberdade, o amor e a igualdade, que são essenciais no mundo atual.
* Antecipa-se que a obra convidará à reflexão sobre a luta do ser humano pelos seus ideais, um tema universal e intemporal.
* A simplicidade nas explicações faz com que a mensagem chegue a todo o tipo de público.
O Espírito Profético do Ensino:
* Raquel destaca o "impressionante espírito profético" dos ensinamentos do livro, sugerindo que a poesia de Alfred Asís transcende o momento presente e oferece uma visão de futuro.
* Esta qualidade profética é reforçada pela espontaneidade, o realismo e a brilhante redação dos poemas.
Um Clássico em Potencial:
* Raquel expressa a sua confiança em que o livro se tornará um clássico, tanto nos lares como nas salas de aula.
* A sua menção do potencial do livro como material de estudo sublinha o seu valor educativo e a sua capacidade de inculcar valores nas gerações futuras.
Um Tributo à Solidariedade e ao Amor:
* O prólogo conclui com um sincero agradecimento a Alfred Asís pela sua solidariedade, generosidade e amor incondicional.
Um Clássico em Potencial:
* Raquel expressa a sua confiança em que o livro se tornará um clássico, tanto nos lares como nas salas de aula.
* A sua menção do potencial do livro como material de estudo sublinha o seu valor educativo e a sua capacidade de inculcar valores nas gerações futuras.
Um Tributo à Solidariedade e ao Amor:
* O prólogo conclui com um sincero agradecimento a Alfred Asís pela sua solidariedade, generosidade e amor incondicional.
* O abraço prolongado de Raquel simboliza o profundo apreço e a conexão emocional que esta obra gerou.
Em resumo, este prólogo captura a essência de um projeto poético único e significativo, que celebra a colaboração, os valores universais e o poder transformador da palavra.
Em resumo, este prólogo captura a essência de um projeto poético único e significativo, que celebra a colaboração, os valores universais e o poder transformador da palavra.
Título sugerido por Ernestina Ramírez Escobar
Raiz
A terra esconde-te
mas a tua beleza emerge dela
Tronco de árvore para o céu
raízes de filamentos absortos
penetrando cavidades entre rochas
procurando o elemento vital
Raiz também do teu género humano
ali, onde um dia se iniciou a vida
e avançou pela terra a tua genealogia.
Raízes de que nos lembramos dos ancestrais
que nos deixaram ensinamentos
daqueles que acariciavam a terra
Desses raízes gostaria de emergir
para amar a terra generosa
cultivá-la e cuidá-la
magnífica pachamama.
Raiz
A terra esconde-te
mas a tua beleza emerge dela
Tronco de árvore para o céu
raízes de filamentos absortos
penetrando cavidades entre rochas
procurando o elemento vital
Raiz também do teu género humano
ali, onde um dia se iniciou a vida
e avançou pela terra a tua genealogia.
Raízes de que nos lembramos dos ancestrais
que nos deixaram ensinamentos
daqueles que acariciavam a terra
Desses raízes gostaria de emergir
para amar a terra generosa
cultivá-la e cuidá-la
magnífica pachamama.
***
Raiz (Desenvolvimento por Alfred Asís)
A terra esconde-te, mas a tua beleza emerge dela. Tronco de árvore para o céu, raíces de filamentos absortos, penetrando cavidades entre rochas, procurando o elemento vital.
Raiz, também do teu género humano, ali, onde um dia se iniciou a vida e avançou pela terra a tua genealogia.
Raízes de que nos lembramos dos ancestrais, que nos deixaram ensinamentos daqueles que acariciavam a terra. Dessas raízes gostaria de emergir, para amar a terra generosa, cultivá-la e cuidá-la, magnífica Pachamama.
Raiz (Desenvolvimento por Alfred Asís)
A terra esconde-te, mas a tua beleza emerge dela. Tronco de árvore para o céu, raíces de filamentos absortos, penetrando cavidades entre rochas, procurando o elemento vital.
Raiz, também do teu género humano, ali, onde um dia se iniciou a vida e avançou pela terra a tua genealogia.
Raízes de que nos lembramos dos ancestrais, que nos deixaram ensinamentos daqueles que acariciavam a terra. Dessas raízes gostaria de emergir, para amar a terra generosa, cultivá-la e cuidá-la, magnífica Pachamama.
E em Isla Negra, onde o mar sussurra segredos ancestrais, as raízes entrelaçam-se com a areia, abraçando a rocha e o vento. Sinto o chamado da terra, um eco profundo na minha alma, a necessidade de voltar à origem, de sentir a seiva que nos une.
As raízes são memória, uma ponte entre o passado e o presente, um lembrete da nossa conexão com a Mãe Terra. Que não nos olvidemos das nossas raízes, que as honremos e as cuidemos, para que a vida continue a florescer, em harmonia com a natureza.
As raízes são memória, uma ponte entre o passado e o presente, um lembrete da nossa conexão com a Mãe Terra. Que não nos olvidemos das nossas raízes, que as honremos e as cuidemos, para que a vida continue a florescer, em harmonia com a natureza.
Explicação das alterações e acréscimos:
Conexão com Isla Negra:
* Adiciona-se uma estrofe que conecta o poema ao local onde reside Alfred Asís, Isla Negra, ressaltando a ligação entre as raízes e o ambiente marinho.
* Utilizam-se imagens sensoriais que evocam a costa e a natureza de Isla Negra.
Aprofundamento na conexão ancestral:
* Enfatiza-se a ideia das raízes como memória e como ponte entre gerações.
* Expressa-se o anhelo de voltar à origem e sentir a conexão vital com a Terra.
Conexão com Isla Negra:
* Adiciona-se uma estrofe que conecta o poema ao local onde reside Alfred Asís, Isla Negra, ressaltando a ligação entre as raízes e o ambiente marinho.
* Utilizam-se imagens sensoriais que evocam a costa e a natureza de Isla Negra.
Aprofundamento na conexão ancestral:
* Enfatiza-se a ideia das raízes como memória e como ponte entre gerações.
* Expressa-se o anhelo de voltar à origem e sentir a conexão vital com a Terra.
Chamado à ação:
* Adiciona-se um chamado à ação, instando a honrar e cuidar das raízes para garantir a continuidade da vida em harmonia com a natureza.
Manutenção da essência:
* Conserva-se a estrutura e a linguagem simples do poema original, mantendo a essência da mensagem de Ernestina Ramírez Escobar.
Este desenvolvimento procura expandir a reflexão sobre as raízes, acrescentando a perspectiva pessoal de Alfred Asís e conectando o poema ao seu próprio ambiente e vivências.
* Adiciona-se um chamado à ação, instando a honrar e cuidar das raízes para garantir a continuidade da vida em harmonia com a natureza.
Manutenção da essência:
* Conserva-se a estrutura e a linguagem simples do poema original, mantendo a essência da mensagem de Ernestina Ramírez Escobar.
Este desenvolvimento procura expandir a reflexão sobre as raízes, acrescentando a perspectiva pessoal de Alfred Asís e conectando o poema ao seu próprio ambiente e vivências.
Siembra de Asís
Isla Negra
Título sugerido por Varenka de Fátima Araújo
Montanha
Emancipação dos prados
querendo olhar o plano
desde as alturas elevadas
fruta madura de alpinistas
Montanhas santuários de Condores,
Águias e Viscachas
De llaretas como rochas
e capinzais como mechas
Montanhas de copas nevadas,
brancas imaculadas
Ocultos minerais e nascentes
e fluem os vossos humedais.
Montanha
Emancipação dos prados
querendo olhar o plano
desde as alturas elevadas
fruta madura de alpinistas
Montanhas santuários de Condores,
Águias e Viscachas
De llaretas como rochas
e capinzais como mechas
Montanhas de copas nevadas,
brancas imaculadas
Ocultos minerais e nascentes
e fluem os vossos humedais.
Montanhas às vezes desmembradas,
furadas pela mão do homem
retirada a vossa face da terra
de presença natural
sois transformadas
até vos converterdes em lixeira...
***
Este poema intitulado "Montanha" captura a majestade e a vulnerabilidade das montanhas com uma voz poética poderosa e evocadora.
furadas pela mão do homem
retirada a vossa face da terra
de presença natural
sois transformadas
até vos converterdes em lixeira...
***
Este poema intitulado "Montanha" captura a majestade e a vulnerabilidade das montanhas com uma voz poética poderosa e evocadora.
A Montanha como Símbolo:
Emancipação e Aspiração:
* A primeira estrofe personifica as montanhas como entidades que se emancipam dos prados, procurando uma visão mais ampla a partir das alturas. Esta imagem sugere um anseio de transcendência e conhecimento.
* A metáfora da "fruta madura de alpinistas" evoca a atração que as montanhas exercem sobre aqueles que procuram desafios e aventuras.
Santuário da Natureza:
* A segunda estrofe descreve as montanhas como santuários da vida selvagem, lar de condores, águias e viscachas.
Emancipação e Aspiração:
* A primeira estrofe personifica as montanhas como entidades que se emancipam dos prados, procurando uma visão mais ampla a partir das alturas. Esta imagem sugere um anseio de transcendência e conhecimento.
* A metáfora da "fruta madura de alpinistas" evoca a atração que as montanhas exercem sobre aqueles que procuram desafios e aventuras.
Santuário da Natureza:
* A segunda estrofe descreve as montanhas como santuários da vida selvagem, lar de condores, águias e viscachas.
* As imagens de "llaretas como rochas" e "capinzais como mechas" pintam um quadro vívido da paisagem montanhosa.
Pureza e Mistério:
* A terceira estrofe ressalta a beleza prístina das montanhas, com as suas "copas nevadas, brancas imaculadas".
* A menção de "minerais e nascentes" ocultas e "humedais" que fluem acrescenta uma dimensão de mistério e riqueza natural.
Pureza e Mistério:
* A terceira estrofe ressalta a beleza prístina das montanhas, com as suas "copas nevadas, brancas imaculadas".
* A menção de "minerais e nascentes" ocultas e "humedais" que fluem acrescenta uma dimensão de mistério e riqueza natural.
Vulnerabilidade e Degradação:
* A quarta estrofe introduz um tom de denúncia, mostrando o impacto negativo da atividade humana nas montanhas.
* As imagens de montanhas "desmembradas", "furadas" e convertidas em "lixeira" transmiten um sentimento de dor e preocupação com a destruição do meio ambiente.
Elementos Destacados:
* Personificação: Atribuindo-lhes qualidades humanas.
* Imagens Visuais e Contraste: Beleza natural versus degradação.
* Mensagem Ecológica: Proteção do meio ambiente.
* A quarta estrofe introduz um tom de denúncia, mostrando o impacto negativo da atividade humana nas montanhas.
* As imagens de montanhas "desmembradas", "furadas" e convertidas em "lixeira" transmiten um sentimento de dor e preocupação com a destruição do meio ambiente.
Elementos Destacados:
* Personificação: Atribuindo-lhes qualidades humanas.
* Imagens Visuais e Contraste: Beleza natural versus degradação.
* Mensagem Ecológica: Proteção do meio ambiente.
Em resumo, "Montanha" é um poema poderoso que celebra a majestade das montanhas e denúncia a sua destruição. O poema convida à reflexão sobre a relação entre a humanidade e a natureza, e recorda-nos a importância de proteger o nosso património natural.
Siembra de Asís
Isla Negra
Titel sugerido por Silvina Vuckovic
Doença (Enfermedad)[cite: 1]
Muitas vezes dizemos:
doente de carinhoso
doente de aborrecido
doentes de sabedoria
doentes de tontos
Ou, à terra, doente
vomo-la doente, sim...
A terra não comeu algo
que tomou nas suas mãos
para levá-lo à boca
A terra adoeceu gravemente
porque lhe metemos à força
o lixo no seu âmago
Porque a incomodamos tanto
que os seus nervos não puderam mais
e está doente a sério
E dizemos: quão linda é a minha terra!...
e a verdade é que a terra
doente está...
Doença (Enfermedad)[cite: 1]
Muitas vezes dizemos:
doente de carinhoso
doente de aborrecido
doentes de sabedoria
doentes de tontos
Ou, à terra, doente
vomo-la doente, sim...
A terra não comeu algo
que tomou nas suas mãos
para levá-lo à boca
A terra adoeceu gravemente
porque lhe metemos à força
o lixo no seu âmago
Porque a incomodamos tanto
que os seus nervos não puderam mais
e está doente a sério
E dizemos: quão linda é a minha terra!...
e a verdade é que a terra
doente está...
***
Este poema, intitulado "Doença"[cite: 1], é uma reflexão poderosa sobre a relação entre a humanidade e a Terra, utilizando a metáfora da doença para expressar o dano que infligimos ao planeta.
A Metáfora da Doença:
Doenças Humanas:
* O poema começa explorando o uso coloquial da palavra "doente" para descrever estados emocionais ou de caráter.
* Esta introdução estabelece um contraste com a "doença" real da Terra, que é causada por ações concretas.
Doença da Terra:
* O poema descreve a Terra como um ser vivo que foi "adoecido" pela humanidade.
Este poema, intitulado "Doença"[cite: 1], é uma reflexão poderosa sobre a relação entre a humanidade e a Terra, utilizando a metáfora da doença para expressar o dano que infligimos ao planeta.
A Metáfora da Doença:
Doenças Humanas:
* O poema começa explorando o uso coloquial da palavra "doente" para descrever estados emocionais ou de caráter.
* Esta introdução estabelece um contraste com a "doença" real da Terra, que é causada por ações concretas.
Doença da Terra:
* O poema descreve a Terra como um ser vivo que foi "adoecido" pela humanidade.
* As imagens de "lixo no seu âmago" e "nervos que não puderam mais" são vívidas e evocadoras do dano ambiental. A terra não adoeceu sozinha, nós adoecemo-la.
Contraste entre Beleza e Doença:
* O poema estabelece um contraste irónico entre a afirmação de "quão linda é a minha terra!" e a realidade de que "a terra doente está".
* Esta ironia ressalta a desconexão entre a nossa perceção da Terra e o dano que lhe infligimos.
Elementos Destacados:
* Personificação: Atribuindo-lhe qualidades humanas como "âmago" e "nervos".
Contraste entre Beleza e Doença:
* O poema estabelece um contraste irónico entre a afirmação de "quão linda é a minha terra!" e a realidade de que "a terra doente está".
* Esta ironia ressalta a desconexão entre a nossa perceção da Terra e o dano que lhe infligimos.
Elementos Destacados:
* Personificação: Atribuindo-lhe qualidades humanas como "âmago" e "nervos".
* Linguagem Direta: Utiliza uma linguagem simples, tornando a mensagem clara e acessível. A repetição da palavra "doente" enfatiza a gravidade da situação.
* Mensagem Ecológica: Transmite uma mensagem urgente, instando à reflexão sobre o nosso impacto no planeta.
Em resumo:
"Doença"[cite: 1] é um poema comovente que utiliza a metáfora da doença para denunciar o dano ambiental e nos recorda a urgência de tomar medidas para proteger o nosso planeta.
* Mensagem Ecológica: Transmite uma mensagem urgente, instando à reflexão sobre o nosso impacto no planeta.
Em resumo:
"Doença"[cite: 1] é um poema comovente que utiliza a metáfora da doença para denunciar o dano ambiental e nos recorda a urgência de tomar medidas para proteger o nosso planeta.
Siembra de Asís
Isla Negra
Título sugerido por Fiorella Terrazas
Adubo (Abono)
Adubamos naturalmente
para ajudar nas sementeiras
o que nos dá esperanças
para uma melhor colheita
onde a planta emerja firme e segura
e o fruto seja maravilhoso.
Adubamos um pagamento para reduzir as dívidas
onde há tantas implicações associadas
o deleite e a alegria de poder fazê-lo
e outras vezes a amargura
de entregar tudo o atesorado
Nisto o comportamento humano
é sempre responsável
pois gasta mais do que ganha
e nada o detém em gastos supérfluos
e suntuários que engordam as dívidas
Então...
continuemos a adubar...
Adubo (Abono)
Adubamos naturalmente
para ajudar nas sementeiras
o que nos dá esperanças
para uma melhor colheita
onde a planta emerja firme e segura
e o fruto seja maravilhoso.
Adubamos um pagamento para reduzir as dívidas
onde há tantas implicações associadas
o deleite e a alegria de poder fazê-lo
e outras vezes a amargura
de entregar tudo o atesorado
Nisto o comportamento humano
é sempre responsável
pois gasta mais do que ganha
e nada o detém em gastos supérfluos
e suntuários que engordam as dívidas
Então...
continuemos a adubar...
***
Este poema, intitulado "Adubo", explora as múltiplas facetas da palavra "abonar" (adubar / pagar dívidas), desde o seu significado literal na agricultura até ao seu uso figurado no âmbito financeiro e emocional.
A Dualidad de "Abonar":
Adubar a Terra:
* A primeira estrofe descreve o ato de adubar a terra para melhorar as colheitas.
* Este ato apresenta-se como uma ação positiva e esperançosa, que procura assegurar um futuro próspero.
* Utiliza-se uma linguagem que evoca a natureza e o crescimento, com imagens de "sementeiras", "colheita", "planta" e "fruto".
Este poema, intitulado "Adubo", explora as múltiplas facetas da palavra "abonar" (adubar / pagar dívidas), desde o seu significado literal na agricultura até ao seu uso figurado no âmbito financeiro e emocional.
A Dualidad de "Abonar":
Adubar a Terra:
* A primeira estrofe descreve o ato de adubar a terra para melhorar as colheitas.
* Este ato apresenta-se como uma ação positiva e esperançosa, que procura assegurar um futuro próspero.
* Utiliza-se uma linguagem que evoca a natureza e o crescimento, com imagens de "sementeiras", "colheita", "planta" e "fruto".
Pagar Dívidas:
* A segunda estrofe adentra-se no âmbito financeiro, onde "abonar" significa pagar dívidas.
* Aqui, o poema explora as complexidades emocionais associadas ao pagamento de dívidas, desde a alegria do alívio até à amargura do sacrifício.
* Crítica-se o comportamento humano irresponsável, que leva a gastar mais do que se ganha e a acumular dívidas desnecessárias.
Contraste e Reflexão:
* O poema estabelece um contraste entre o ato natural e positivo de adubar a terra e o ato frequentemente doloroso e problemático de pagar dívidas.
* Este contraste convida à reflexão sobre a responsabilidade e as consequências das nossas ações.
* A segunda estrofe adentra-se no âmbito financeiro, onde "abonar" significa pagar dívidas.
* Aqui, o poema explora as complexidades emocionais associadas ao pagamento de dívidas, desde a alegria do alívio até à amargura do sacrifício.
* Crítica-se o comportamento humano irresponsável, que leva a gastar mais do que se ganha e a acumular dívidas desnecessárias.
Contraste e Reflexão:
* O poema estabelece um contraste entre o ato natural e positivo de adubar a terra e o ato frequentemente doloroso e problemático de pagar dívidas.
* Este contraste convida à reflexão sobre a responsabilidade e as consequências das nossas ações.
Elementos Destacados:
* Metáfora Estendida: O poema utiliza a palavra "abonar" explorando os seus diferentes significados e conotações.
* Linguagem Simples e Direta: Facilita a compreensão da mensagem.
* Crítica Social e Responsabilidade: Inclui uma crítica ao comportamento financeiro e convida a refletir sobre como as nossas ações afetarão o nosso futuro.
Em resumo:
"Adubo" é um poema que utiliza a polissemia da palavra para explorar tanto o ato de nutrir a terra como o de saldar dívidas, convidando-nos a refletir sobre a responsabilidade em ambos os âmbitos.
* Metáfora Estendida: O poema utiliza a palavra "abonar" explorando os seus diferentes significados e conotações.
* Linguagem Simples e Direta: Facilita a compreensão da mensagem.
* Crítica Social e Responsabilidade: Inclui uma crítica ao comportamento financeiro e convida a refletir sobre como as nossas ações afetarão o nosso futuro.
Em resumo:
"Adubo" é um poema que utiliza a polissemia da palavra para explorar tanto o ato de nutrir a terra como o de saldar dívidas, convidando-nos a refletir sobre a responsabilidade em ambos os âmbitos.
Título sugerido por Rossana Aicardi
Frutos[cite: 1]
Fruto do esforço[cite: 1]
palavra tantas vezes atesorada[cite: 1]
por humanos que se esforçam[cite: 1]
por conseguir o sucesso[cite: 1].
Fruto generoso, do campo, das vinhas[cite: 1]
que se manifestam em ocres vides[cite: 1]
que frutosos mostos nos entregam[cite: 1].
Fruto da vida, que são os filhos[cite: 1]
fruto do amor e outras vezes da dor[cite: 1]
Fruto da alma[cite: 1]
cada letra que escapa[cite: 1]
cada instância que me chama[cite: 1]
cada momento de felicidade constelada[cite: 1].
Fruto que semio nos meus semelhantes[cite: 1]
que rego com esperanças[cite: 1]
para que fructifiquem pela terra[cite: 1]
pelas mentes de bons humanos[cite: 1]
que inunda de praderas escritas[cite: 1]
florescendo desde as suas mãos...[cite: 1]
Frutos[cite: 1]
Fruto do esforço[cite: 1]
palavra tantas vezes atesorada[cite: 1]
por humanos que se esforçam[cite: 1]
por conseguir o sucesso[cite: 1].
Fruto generoso, do campo, das vinhas[cite: 1]
que se manifestam em ocres vides[cite: 1]
que frutosos mostos nos entregam[cite: 1].
Fruto da vida, que são os filhos[cite: 1]
fruto do amor e outras vezes da dor[cite: 1]
Fruto da alma[cite: 1]
cada letra que escapa[cite: 1]
cada instância que me chama[cite: 1]
cada momento de felicidade constelada[cite: 1].
Fruto que semio nos meus semelhantes[cite: 1]
que rego com esperanças[cite: 1]
para que fructifiquem pela terra[cite: 1]
pelas mentes de bons humanos[cite: 1]
que inunda de praderas escritas[cite: 1]
florescendo desde as suas mãos...[cite: 1]
***
Este poema intitulado "Frutos" é uma bela exploração dos diversos significados da palavra "fruto", desde os resultados tangíveis do esforço e da natureza até às manifestações mais abstratas do amor e da alma[cite: 1].
A Natureza Multifacetada do "Fruto":
Fruto do Esforço:
* A primeira estrofe destaca o "fruto do esforço" como uma recompensa valiosa para aqueles que trabalham arduamente[cite: 1].
* Esta imagem ressalta a conexão entre a dedicação e o sucesso[cite: 1].
Fruto da Natureza:
* A segunda estrofe celebra os "frutos generosos" do campo e das vinhas, evocando a abundância e a riqueza da natureza[cite: 1].
Este poema intitulado "Frutos" é uma bela exploração dos diversos significados da palavra "fruto", desde os resultados tangíveis do esforço e da natureza até às manifestações mais abstratas do amor e da alma[cite: 1].
A Natureza Multifacetada do "Fruto":
Fruto do Esforço:
* A primeira estrofe destaca o "fruto do esforço" como uma recompensa valiosa para aqueles que trabalham arduamente[cite: 1].
* Esta imagem ressalta a conexão entre a dedicação e o sucesso[cite: 1].
Fruto da Natureza:
* A segunda estrofe celebra os "frutos generosos" do campo e das vinhas, evocando a abundância e a riqueza da natureza[cite: 1].
* As imagens de "ocres vides" e "frutosos mostos" criam uma sensação de vitalidade e prosperidade[cite: 1].
Fruto da Vida e da Alma:
* A terceira estrofe aprofunda nos "frutos" mais íntimos e pessoais: os filhos, o amor, a dor e as criações da alma[cite: 1].
* Esta estrofe abrange um amplo espetro de experiências humanas, desde a alegria até ao sofrimento[cite: 1].
* "Fruto da alma" é uma bela metáfora para a criação literária[cite: 1].
Fruto da Sementeira e da Esperança:
* A quarta estrofe utiliza a metáfora da sementeira para descrever o ato de inspirar e nutrir os outros[cite: 1].
Fruto da Vida e da Alma:
* A terceira estrofe aprofunda nos "frutos" mais íntimos e pessoais: os filhos, o amor, a dor e as criações da alma[cite: 1].
* Esta estrofe abrange um amplo espetro de experiências humanas, desde a alegria até ao sofrimento[cite: 1].
* "Fruto da alma" é uma bela metáfora para a criação literária[cite: 1].
Fruto da Sementeira e da Esperança:
* A quarta estrofe utiliza a metáfora da sementeira para descrever o ato de inspirar e nutrir os outros[cite: 1].
* O poeta expressa o desejo de que os seus "semelhantes" floresçam e frutifiquem, enchendo o mundo com bondade e criatividade[cite: 1].
Elementos Destacados:
* Metáfora Estendida: Utiliza a palavra "fruto" explorando os seus múltiplos significados[cite: 1].
* Imagens Sensoriais: Vívidas, como "ocres vides" e "frutosos mostos"[cite: 1].
* Contraste e Abstração: Entre os frutos tangíveis da natureza e os abstratos da alma[cite: 1].
Em resumo:
"Frutos" é um poema rico e evocador que celebra a diversidade e a abundância da vida, convidando-nos a refletir sobre o valor do esforço e a importância de cultivar o potencial humano[cite: 1].
Elementos Destacados:
* Metáfora Estendida: Utiliza a palavra "fruto" explorando os seus múltiplos significados[cite: 1].
* Imagens Sensoriais: Vívidas, como "ocres vides" e "frutosos mostos"[cite: 1].
* Contraste e Abstração: Entre os frutos tangíveis da natureza e os abstratos da alma[cite: 1].
Em resumo:
"Frutos" é um poema rico e evocador que celebra a diversidade e a abundância da vida, convidando-nos a refletir sobre o valor do esforço e a importância de cultivar o potencial humano[cite: 1].
Título sugerido por José Hilton Rosa
Socorro
Às vezes gritada a palavra
por uma tribulação, prestes a morrer
num acidente ou noutra ocasião.
Um socorro desde a alma
soa diferente com a alma enfiada.
Quantas vezes socorrer o caído
o acossado e manipulado
aquele que sofre a esperança e não é ouvido
quantas vezes calamos ao seu lado
fazemo-nos de tontos, não ajudamos
e deixamos sozinhos os atacados.
Socorramos pois,
a quem nos estender as suas mãos
para segurar as nossas...
A quem está do outro lado
e não tem um prato de comida
um teto para se abrigar,
uma casa de banho para se lavar...
¡Socorro é a palavra!
Ajuda é, a esperança...
Socorro
Às vezes gritada a palavra
por uma tribulação, prestes a morrer
num acidente ou noutra ocasião.
Um socorro desde a alma
soa diferente com a alma enfiada.
Quantas vezes socorrer o caído
o acossado e manipulado
aquele que sofre a esperança e não é ouvido
quantas vezes calamos ao seu lado
fazemo-nos de tontos, não ajudamos
e deixamos sozinhos os atacados.
Socorramos pois,
a quem nos estender as suas mãos
para segurar as nossas...
A quem está do outro lado
e não tem um prato de comida
um teto para se abrigar,
uma casa de banho para se lavar...
¡Socorro é a palavra!
Ajuda é, a esperança...
***
Este poema intitulado "Socorro" é uma reflexão comovente sobre a necessidade de ajuda e a responsabilidade humana de prestar apoio a quem dele precisa.
A Natureza Multifacetada do "Socorro":
O Grito de Auxílio:
* A primeira estrofe apresenta o "socorro" como um grito desesperado em situações de perigo extremo.
* Esta imagem inicial estabelece a urgência e a gravidade da necessidade de ajuda.
O Socorro da Alma:
* A segunda estrofe introduz uma dimensão mais profunda do "socorro", sugerindo uma conexão espiritual e emocional.
* "Alma enfiada" evoca uma sensação de vulnerabilidade e a necessidade de apoio emocional.
Este poema intitulado "Socorro" é uma reflexão comovente sobre a necessidade de ajuda e a responsabilidade humana de prestar apoio a quem dele precisa.
A Natureza Multifacetada do "Socorro":
O Grito de Auxílio:
* A primeira estrofe apresenta o "socorro" como um grito desesperado em situações de perigo extremo.
* Esta imagem inicial estabelece a urgência e a gravidade da necessidade de ajuda.
O Socorro da Alma:
* A segunda estrofe introduz uma dimensão mais profunda do "socorro", sugerindo uma conexão espiritual e emocional.
* "Alma enfiada" evoca uma sensação de vulnerabilidade e a necessidade de apoio emocional.
A Indiferença e a Responsabilidade:
* A terceira estrofe critica a indiferença perante o sofrimento alheio, questionando a nossa falta de ação.
* O poema confronta-nos com a nossa responsabilidade de ajudar os "caídos", "acossados" e "manipulados", convidando-nos a refletir sobre as vezes em que vemos alguém a sofrer e não fazemos nada.
O Chamado à Ação:
* A quarta estrofe é um chamado à ação, instando a responder ao apelo daqueles que precisam de ajuda e alargando o seu alcance para incluir aqueles que carecem de necessidades básicas como comida e refúgio.
* O poema fecha com uma frase muito potente: "¡Socorro é a palavra! Ajuda é, a esperança...".
* A terceira estrofe critica a indiferença perante o sofrimento alheio, questionando a nossa falta de ação.
* O poema confronta-nos com a nossa responsabilidade de ajudar os "caídos", "acossados" e "manipulados", convidando-nos a refletir sobre as vezes em que vemos alguém a sofrer e não fazemos nada.
O Chamado à Ação:
* A quarta estrofe é um chamado à ação, instando a responder ao apelo daqueles que precisam de ajuda e alargando o seu alcance para incluir aqueles que carecem de necessidades básicas como comida e refúgio.
* O poema fecha com uma frase muito potente: "¡Socorro é a palavra! Ajuda é, a esperança...".
Elementos Destacados:
* Contraste: Entre a indiferença perante o sofrimento e a compaixão que nos impulsiona a ajudar.
* Linguagem Direta e Emotiva: Transmite a urgência e a importância da mensagem.
* Consciência Social e Repetição: A repetição de "quantas vezes" enfatiza a frequência com que falhamos em ajudar os outros.
Em resumo:
"Socorro" é um poema poderoso que nos recorda que a ajuda não é apenas um grito de auxílio em situações extremas, mas um apelo quotidiano à compaixão e à ação.
* Contraste: Entre a indiferença perante o sofrimento e a compaixão que nos impulsiona a ajudar.
* Linguagem Direta e Emotiva: Transmite a urgência e a importância da mensagem.
* Consciência Social e Repetição: A repetição de "quantas vezes" enfatiza a frequência com que falhamos em ajudar os outros.
Em resumo:
"Socorro" é um poema poderoso que nos recorda que a ajuda não é apenas um grito de auxílio em situações extremas, mas um apelo quotidiano à compaixão e à ação.
Título sugerido por Nelson Urra
Irmão (Hermano)
O de sangue
aquele que está todos os dias
e em cada momento...
Irmão, irmã
o da amizade
que traspasa fronteiras
onde fluem as palavras belas.
Eu, senti-o
com tantos irmãos poetas
que antes do ódio
fizeram primar a amizade dos povos...
Alguns diziam:
“Não nos podemos culpar
entre nós
das guerras que foram,
dos erros do passado
agora somos irmãos,
na palavra,
os factos e a sabedoria”
Esses são verdadeiros irmãos...
Irmão (Hermano)
O de sangue
aquele que está todos os dias
e em cada momento...
Irmão, irmã
o da amizade
que traspasa fronteiras
onde fluem as palavras belas.
Eu, senti-o
com tantos irmãos poetas
que antes do ódio
fizeram primar a amizade dos povos...
Alguns diziam:
“Não nos podemos culpar
entre nós
das guerras que foram,
dos erros do passado
agora somos irmãos,
na palavra,
os factos e a sabedoria”
Esses são verdadeiros irmãos...
***
Este poema explora a profundidade e a amplitude do conceito de fraternidade, estendendo-o para além dos laços de sangue.
A fraternidade de sangue:
* Reconhece-se o vínculo tradicional da fraternidade através da família.
* Destaca-se a proximidade e a constância desta relação.
A fraternidade da amizade:
* Apresenta-se a amizade como uma forma de fraternidade que transcende fronteiras e diferenças.
* Enfatiza-se o poder das palavras belas para criar e fortalecer estes laços.
Este poema explora a profundidade e a amplitude do conceito de fraternidade, estendendo-o para além dos laços de sangue.
A fraternidade de sangue:
* Reconhece-se o vínculo tradicional da fraternidade através da família.
* Destaca-se a proximidade e a constância desta relação.
A fraternidade da amizade:
* Apresenta-se a amizade como uma forma de fraternidade que transcende fronteiras e diferenças.
* Enfatiza-se o poder das palavras belas para criar e fortalecer estes laços.
A fraternidade entre poetas:
* O poema reflete a experiência pessoal ao encontrar fraternidade com outros poetas.
* Ressalta-se a capacidade da poesia para unir as pessoas, mesmo através de conflitos passados, enfatizando que por meio da palavra se pode deixar de lado o ódio.
O perdão e a reconciliação:
* Menciona-se a atitude de escolher não culpar mutuamente pelos erros do passado.
* Valoriza-se a sabedoria e a vontade de construir um futuro de fraternidade através de factos e palavras.
* O poema reflete a experiência pessoal ao encontrar fraternidade com outros poetas.
* Ressalta-se a capacidade da poesia para unir as pessoas, mesmo através de conflitos passados, enfatizando que por meio da palavra se pode deixar de lado o ódio.
O perdão e a reconciliação:
* Menciona-se a atitude de escolher não culpar mutuamente pelos erros do passado.
* Valoriza-se a sabedoria e a vontade de construir um futuro de fraternidade através de factos e palavras.
A verdadeira fraternidade:
* Define-se como aquela que se baseia na palavra, nos factos e na sabedoria.
* Apresenta-se como um ideal que supera as divisões e os conflitos.
Em resumo:
O poema celebra a fraternidade nas suas diversas formas, destacando o seu poder transformador para unir as pessoas e construir um mundo melhor.
* Define-se como aquela que se baseia na palavra, nos factos e na sabedoria.
* Apresenta-se como um ideal que supera as divisões e os conflitos.
Em resumo:
O poema celebra a fraternidade nas suas diversas formas, destacando o seu poder transformador para unir as pessoas e construir um mundo melhor.
Título sugerido por Gloria Trejo
Mãe (Madre)
És natureza da terra e do céu
Em cada poesia está a presença
da mãe
sim, mãe é poesia, é
sinfonia da alma
que acompanha cada um
dos meus dias.
Mãe dos meus ensinamentos, de todas as coisas
Mãe que me ensinaste
a ternura
e também a enfrentar
os momentos difíceis
Mãe, um todo
não pode haver ser mais maravilhoso
criadora da vida
musa do amor
Mãe (Madre)
És natureza da terra e do céu
Em cada poesia está a presença
da mãe
sim, mãe é poesia, é
sinfonia da alma
que acompanha cada um
dos meus dias.
Mãe dos meus ensinamentos, de todas as coisas
Mãe que me ensinaste
a ternura
e também a enfrentar
os momentos difíceis
Mãe, um todo
não pode haver ser mais maravilhoso
criadora da vida
musa do amor
O reflexo do teu espírito está sempre presente
Reflectes-te nas estrelas, na lua
no remanso do rio, na árvore
num passarinho que retira a doçura
até do cardo
Mãe, és e serás sempre
imortalidade.
***
Este poema é uma ode à figura da mãe, elevando-a a um plano quase divino.
A mãe como natureza:
* Estabelece-se uma conexão entre a mãe e a natureza, descrevendo-a como "natureza da terra e do céu", sugerindo que é uma força fundamental e omnipresente.
A mãe na poesia:
* Afirma-se que a sua presença está em cada verso e que ela própria é poesia e "sinfonia da alma", harmonia que acompanha cada dia.
Reflectes-te nas estrelas, na lua
no remanso do rio, na árvore
num passarinho que retira a doçura
até do cardo
Mãe, és e serás sempre
imortalidade.
***
Este poema é uma ode à figura da mãe, elevando-a a um plano quase divino.
A mãe como natureza:
* Estabelece-se uma conexão entre a mãe e a natureza, descrevendo-a como "natureza da terra e do céu", sugerindo que é uma força fundamental e omnipresente.
A mãe na poesia:
* Afirma-se que a sua presença está em cada verso e que ela própria é poesia e "sinfonia da alma", harmonia que acompanha cada dia.
A mãe como mestra:
* Reconhece-se como fonte de ensinamentos, destacando valores essenciais como a ternura e a fortaleza para enfrentar os momentos difíceis.
A mãe como criadora e musa:
* É exaltada como "criadora da vida" e "musa do amor", sublinhando o seu papel fundamental na existência e a sua capacidade de inspirar.
A mãe como espírito eterno:
* O seu espírito transcende o tempo e o espaço, refletindo-se nas estrelas, na lua, nos rios e na natureza, simbolizando a sua presença constante.
* Reconhece-se como fonte de ensinamentos, destacando valores essenciais como a ternura e a fortaleza para enfrentar os momentos difíceis.
A mãe como criadora e musa:
* É exaltada como "criadora da vida" e "musa do amor", sublinhando o seu papel fundamental na existência e a sua capacidade de inspirar.
A mãe como espírito eterno:
* O seu espírito transcende o tempo e o espaço, refletindo-se nas estrelas, na lua, nos rios e na natureza, simbolizando a sua presença constante.
* Mostra-se a mãe como um ser capaz de tirar o melhor de qualquer situação, evocado na imagem do "passarinho que retira a doçura até do cardo".
Em resumo:
O poema celebra a mãe como um ser essencial, fonte inesgotável de vida, amor, sabedoria e beleza, cuja presença transcende e perdura para sempre.
Em resumo:
O poema celebra a mãe como um ser essencial, fonte inesgotável de vida, amor, sabedoria e beleza, cuja presença transcende e perdura para sempre.
Título sugerido por Pam Hagel
Vida
Para além da morte
Vida necessária para a vida
Minha vida, no amor
Vida perdida de tantos, na dor
Vida, que me fazes mal
Vida, que feliz presente
Vida, tenho até estar insano
e penetre no meu corpo o cirurgião.
Vida que te vais... detém-te!
Deixa-me viver mais tempo
que não quero estar ausente.
Tantos que têm vida
e são prepotentes!
Tantos que dela precisam
e vem-lhes a morte...
Vida... fica um momento mais...
Vida
Para além da morte
Vida necessária para a vida
Minha vida, no amor
Vida perdida de tantos, na dor
Vida, que me fazes mal
Vida, que feliz presente
Vida, tenho até estar insano
e penetre no meu corpo o cirurgião.
Vida que te vais... detém-te!
Deixa-me viver mais tempo
que não quero estar ausente.
Tantos que têm vida
e são prepotentes!
Tantos que dela precisam
e vem-lhes a morte...
Vida... fica um momento mais...
***
Este poema reflete uma luta intensa com a natureza contraditória da vida.
A vida e a morte:
* O poema começa com a ideia da vida "para além da morte", o que sugere uma reflexão sobre a transcendência e a continuidade.
* Apresenta-se a vida como algo "necessário para a vida", enfatizando o seu caráter essencial.
* A vida é necessária, o que poderia ser interpretado como o facto de a vida precisar da vida para continuar a existir, ou de o ser humano precisar de viver para que a vida continue.
As dualidades da vida:
* O poema explora as experiências opostas da vida: o amor e a dor, a felicidade e o sofrimento.
Este poema reflete uma luta intensa com a natureza contraditória da vida.
A vida e a morte:
* O poema começa com a ideia da vida "para além da morte", o que sugere uma reflexão sobre a transcendência e a continuidade.
* Apresenta-se a vida como algo "necessário para a vida", enfatizando o seu caráter essencial.
* A vida é necessária, o que poderia ser interpretado como o facto de a vida precisar da vida para continuar a existir, ou de o ser humano precisar de viver para que a vida continue.
As dualidades da vida:
* O poema explora as experiências opostas da vida: o amor e a dor, a felicidade e o sofrimento.
* A vida é personificada, dirigindo-se a ela como algo que causa tanto dano como alegria; a vida é um presente, mas também pode ser prejudicial.
O anseio de prolongar a vida:
* O locutor expressa um forte desejo de viver mais tempo, mesmo perante a inevitabilidade da morte.
* Há um grito desesperado para que a vida pare e permita mais tempo.
A injustiça da vida:
* O poema coloca a questão da injustiça, assinalando que alguns que têm vida a desperdiçam, enquanto outros que a anseiam a perdem.
O anseio de prolongar a vida:
* O locutor expressa um forte desejo de viver mais tempo, mesmo perante a inevitabilidade da morte.
* Há um grito desesperado para que a vida pare e permita mais tempo.
A injustiça da vida:
* O poema coloca a questão da injustiça, assinalando que alguns que têm vida a desperdiçam, enquanto outros que a anseiam a perdem.
* Existe um contraste entre aqueles que têm a vida e não a valorizam, e aqueles que a valorizariam, mas a perdem.
A fragilidade da existência:
* A vida é frágil e pode terminar a qualquer momento.
* O poema termina com um apelo para que a vida fique "um momento mais", o que sublinha a fragilidade e a fugacidade da existência.
Em resumo:
O poema é uma meditação apaixonada sobre a vida e a morte, marcada pela consciência da sua fugacidade, das suas contradições e da sua aparente injustiça.
A fragilidade da existência:
* A vida é frágil e pode terminar a qualquer momento.
* O poema termina com um apelo para que a vida fique "um momento mais", o que sublinha a fragilidade e a fugacidade da existência.
Em resumo:
O poema é uma meditação apaixonada sobre a vida e a morte, marcada pela consciência da sua fugacidade, das suas contradições e da sua aparente injustiça.
Título sugerido por Clevane Lopez
Água
Vital elemento, mineiras à espreita
Olhos do céu dos altos cerros
reflexos de paisagens nos seus leitos
Glaciar em retirada, água concentrada.
Em rota para o mar encontras o mundanal
Já és água transformada
assolada, devastada
Já não és soberana e ficas represada
Já não és reflexo, e de pura não tens nada.
Há povos que a bebem
crianças que morrem
Há quem a desperdice
como se fosse recuperada
Água
Vital elemento, mineiras à espreita
Olhos do céu dos altos cerros
reflexos de paisagens nos seus leitos
Glaciar em retirada, água concentrada.
Em rota para o mar encontras o mundanal
Já és água transformada
assolada, devastada
Já não és soberana e ficas represada
Já não és reflexo, e de pura não tens nada.
Há povos que a bebem
crianças que morrem
Há quem a desperdice
como se fosse recuperada
Milhares de litros de casa para a cloaca
da cloaca para o rio
do rio para o mar
do mar para os peixes
e na tua mesa voltará a estar...
então, vais cuidar dela?
***
Este poema é uma forte crítica à exploração e poluição da água, um recurso vital.
A água como elemento vital e vulnerável:
* O poema começa reconhecendo a importância da água como "vital elemento".
* Destaca-se a sua fragilidade face à ameaça das "mineiras à espreita".
* Apresenta-se a água como parte do ciclo natural, "olhos do céu dos altos cerros", "glaciar em retirada, água concentrada".
da cloaca para o rio
do rio para o mar
do mar para os peixes
e na tua mesa voltará a estar...
então, vais cuidar dela?
***
Este poema é uma forte crítica à exploração e poluição da água, um recurso vital.
A água como elemento vital e vulnerável:
* O poema começa reconhecendo a importância da água como "vital elemento".
* Destaca-se a sua fragilidade face à ameaça das "mineiras à espreita".
* Apresenta-se a água como parte do ciclo natural, "olhos do céu dos altos cerros", "glaciar em retirada, água concentrada".
A transformação e degradação da água:
* O poema descreve a viagem da água desde o seu estado puro na natureza até à sua contaminação no "mundanal".
* Denuncia-se a sua transformação num recurso "assolado, devastado", "represado".
* "Já não és reflexo, e de pura não tens nada", a água deixa de ser um espelho da natureza, perdendo a sua pureza.
A injustiça na distribuição da água:
* Denuncia a desigualdade no acesso à água, assinalando que "há povos que a bebem, crianças que morrem".
* Critica-se o desperdício de água por parte daqueles que a têm em abundância.
* O poema descreve a viagem da água desde o seu estado puro na natureza até à sua contaminação no "mundanal".
* Denuncia-se a sua transformação num recurso "assolado, devastado", "represado".
* "Já não és reflexo, e de pura não tens nada", a água deixa de ser um espelho da natureza, perdendo a sua pureza.
A injustiça na distribuição da água:
* Denuncia a desigualdade no acesso à água, assinalando que "há povos que a bebem, crianças que morrem".
* Critica-se o desperdício de água por parte daqueles que a têm em abundância.
O ciclo da água e a responsabilidade humana:
* O poema descreve o ciclo, desde a casa até à cloaca, do rio até ao mar, e de volta à mesa.
* Coloca-se uma questão crucial: "entonces, la vas a cuidar? / então, vais cuidar dela?", que procura gerar consciência e promover a sua proteção.
Em resumo:
O poema é um chamado à consciência sobre a importância de proteger a água, um recurso essencial para a vida que está a ser ameaçado pela atividade humana.
* O poema descreve o ciclo, desde a casa até à cloaca, do rio até ao mar, e de volta à mesa.
* Coloca-se uma questão crucial: "entonces, la vas a cuidar? / então, vais cuidar dela?", que procura gerar consciência e promover a sua proteção.
Em resumo:
O poema é um chamado à consciência sobre a importância de proteger a água, um recurso essencial para a vida que está a ser ameaçado pela atividade humana.
Título sugerido por Zuli Infantas
Generosa
Pode ser a palavra, um facto
uma instância e a amizade
A generosidade resplandece em toda a plenitude
quando é bem professada com convicção
bondade e solenidade.
Generosa seria a palavra
se os estadistas ouvissem realmente
o povo
dispusessem mais do seu tempo
e não fossem tão indiferentes a eles.
Generosa é a palavra, quando é de paz
e se propaga pelo mundo
num fraternal discurso baseado
na fraternidade
Generosa
Pode ser a palavra, um facto
uma instância e a amizade
A generosidade resplandece em toda a plenitude
quando é bem professada com convicção
bondade e solenidade.
Generosa seria a palavra
se os estadistas ouvissem realmente
o povo
dispusessem mais do seu tempo
e não fossem tão indiferentes a eles.
Generosa é a palavra, quando é de paz
e se propaga pelo mundo
num fraternal discurso baseado
na fraternidade
Generosos os arrozais
que crescem humildes para saciar a fome
Generoso um abraço de verdade
que clama pela liberdade
Generosa é a ação que germina
para estimular forjadores
por uma melhor humanidade...
***
Este poema é uma reflexão sobre a generosidade nas suas diversas manifestações, desde o âmbito pessoal até ao social e político.
A generosidade como virtude:
* O poema começa definindo a generosidade como uma qualificação que se expressa através de palavras, factos e amizade.
* Destaca-se a importância da convicção, da bondade e da solenidade na sua prática.
que crescem humildes para saciar a fome
Generoso um abraço de verdade
que clama pela liberdade
Generosa é a ação que germina
para estimular forjadores
por uma melhor humanidade...
***
Este poema é uma reflexão sobre a generosidade nas suas diversas manifestações, desde o âmbito pessoal até ao social e político.
A generosidade como virtude:
* O poema começa definindo a generosidade como uma qualificação que se expressa através de palavras, factos e amizade.
* Destaca-se a importância da convicção, da bondade e da solenidade na sua prática.
A generosidade na política:
* Critica-se a falta de generosidade dos "estadistas" que não ouvem o povo e são indiferentes às suas necessidades.
* Anseia-se por uma política baseada na generosidade, onde os líderes dediquem tempo e atenção aos cidadãos.
A generosidade como paz e fraternidade:
* Associa-se a generosidade com a paz e a fraternidade entre os povos, valorizando o "discurso fraternal" que promove a união.
A generosidade na natureza e na vida quotidiana:
* Exemplifica-se através dos "arrozais" que saciam a fome e de um "abraço de verdade" que clama pela liberdade.
* Critica-se a falta de generosidade dos "estadistas" que não ouvem o povo e são indiferentes às suas necessidades.
* Anseia-se por uma política baseada na generosidade, onde os líderes dediquem tempo e atenção aos cidadãos.
A generosidade como paz e fraternidade:
* Associa-se a generosidade com a paz e a fraternidade entre os povos, valorizando o "discurso fraternal" que promove a união.
A generosidade na natureza e na vida quotidiana:
* Exemplifica-se através dos "arrozais" que saciam a fome e de um "abraço de verdade" que clama pela liberdade.
A generosidade como ação transformadora:
* Não é apenas uma palavra, mas uma ação que deve germinar para estimular aqueles que constroem um mundo melhor.
Em resumo:
O poema celebra a generosidade como uma virtude essencial para a convivência humana e como uma força transformadora capaz de gerar paz, justiça e bem-estar.
* Não é apenas uma palavra, mas uma ação que deve germinar para estimular aqueles que constroem um mundo melhor.
Em resumo:
O poema celebra a generosidade como uma virtude essencial para a convivência humana e como uma força transformadora capaz de gerar paz, justiça e bem-estar.
Título sugerido por Perfume de Lilas
Perfume
Se falamos de perfume
sozinho, poderia ser da flor ou da mulher
Perfume de mulher
quando até o seu olhar perfuma o meu prazer
Quando caminhas pelo campo florido
és uma flor mais que adorna a terra
e a tua suave fragrância é tomada
nos braços das brisas
e elevam-se ao céu para beijar as neblinas
E se falamos do perfume no homem
por mais que se impregne
não ocultará a sua realidade...
Perfume
Se falamos de perfume
sozinho, poderia ser da flor ou da mulher
Perfume de mulher
quando até o seu olhar perfuma o meu prazer
Quando caminhas pelo campo florido
és uma flor mais que adorna a terra
e a tua suave fragrância é tomada
nos braços das brisas
e elevam-se ao céu para beijar as neblinas
E se falamos do perfume no homem
por mais que se impregne
não ocultará a sua realidade...
***
Este poema explora o conceito do perfume, associando-o principalmente à beleza feminina e à natureza.
O perfume como essência da beleza:
* O poema estabelece uma conexão direta entre o perfume e a mulher, bem como com as flores.
* Sugere-se que o perfume é uma essência natural da beleza, tanto na natureza como na mulher.
O perfume da mulher:
* Exalta-se a capacidade da mulher de perfumar o ambiente com a sua presença, inclusive com o seu olhar.
Este poema explora o conceito do perfume, associando-o principalmente à beleza feminina e à natureza.
O perfume como essência da beleza:
* O poema estabelece uma conexão direta entre o perfume e a mulher, bem como com as flores.
* Sugere-se que o perfume é uma essência natural da beleza, tanto na natureza como na mulher.
O perfume da mulher:
* Exalta-se a capacidade da mulher de perfumar o ambiente com a sua presença, inclusive com o seu olhar.
* Descreve-se a mulher como uma flor a mais no campo, cuja fragrância se eleva ao céu, comparando-a e destacando a sua beleza natural.
A fragilidade do perfume masculino:
* Contrapõe-se a naturalidade do perfume feminino com a artificialidade do perfume masculino.
* Sugere-se que o perfume no homem não pode ocultar a sua "realidad", interpretando-se como uma falta de autenticidade ou uma incapacidade de igualar a beleza natural.
A fragilidade do perfume masculino:
* Contrapõe-se a naturalidade do perfume feminino com a artificialidade do perfume masculino.
* Sugere-se que o perfume no homem não pode ocultar a sua "realidad", interpretando-se como uma falta de autenticidade ou uma incapacidade de igualar a beleza natural.
Em resumo:
O poema celebra a beleza feminina e a sua conexão profunda com la natureza através do símbolo do perfume, enquanto contrasta esta essência com a realidade masculina.
O poema celebra a beleza feminina e a sua conexão profunda com la natureza através do símbolo do perfume, enquanto contrasta esta essência com a realidade masculina.
Título sugerido por Juan Fran Núñez
Trigo
Amadureces em campo fértil,
do verde ao amarelo
depois és farinha
e pão amassado no campo
alimentas o mundo trigo amadurecido.
Pradarias de ouro
no meu dezembro de espigas douradas
dançantes os teus caules secos
sussurram suavemente
acariciando-se um ao outro...
é como se quisessem demonstrar
todo o amor
da sua bendita composição.
Trigo
Amadureces em campo fértil,
do verde ao amarelo
depois és farinha
e pão amassado no campo
alimentas o mundo trigo amadurecido.
Pradarias de ouro
no meu dezembro de espigas douradas
dançantes os teus caules secos
sussurram suavemente
acariciando-se um ao outro...
é como se quisessem demonstrar
todo o amor
da sua bendita composição.
Nem as pragas conseguiram derrubar-te
e tens saciado a fome por gerações
e continuarás nisso...
Torrentes de grãos bondosos
viajam pelos mares de um continente para outro
são celeiros da terra generosos
que por séculos têm germinado
e aos povos têm sido oferecidos...
***
Este poema é uma ode ao trigo, um símbolo de abundância, resistência e generosidade.
e tens saciado a fome por gerações
e continuarás nisso...
Torrentes de grãos bondosos
viajam pelos mares de um continente para outro
são celeiros da terra generosos
que por séculos têm germinado
e aos povos têm sido oferecidos...
***
Este poema é uma ode ao trigo, um símbolo de abundância, resistência e generosidade.
O ciclo do trigo:
* O poema descreve o processo de amadurecimento, desde o seu crescimento no campo até à sua transformação em farina e pão.
* Destaca-se a sua conexão com a terra fértil e o seu papel fundamental na alimentação humana.
A beleza e a harmonia do campo de trigo:
* Utiliza-se uma linguagem poética para descrever os campos maduros, com espigas douradas a dançar ao vento.
* Personificam-se os caules de trigo, sugerindo que se comunicam e expressam amor através do seu movimento.
* O poema descreve o processo de amadurecimento, desde o seu crescimento no campo até à sua transformação em farina e pão.
* Destaca-se a sua conexão com a terra fértil e o seu papel fundamental na alimentação humana.
A beleza e a harmonia do campo de trigo:
* Utiliza-se uma linguagem poética para descrever os campos maduros, com espigas douradas a dançar ao vento.
* Personificam-se os caules de trigo, sugerindo que se comunicam e expressam amor através do seu movimento.
A resistência e a generosidade do trigo:
* Ressalta-se a sua capacidade para resistir a pragas e continuar a alimentar a humanidade por gerações.
* Apresenta-se como um "torrente de grãos bondosos" oferecido pela terra aos povos.
Em resumo:
O poema celebra o trigo como um símbolo de vida, abundância e generosidade, sublinhando o seu nexo essencial com a natureza e a sobrevivência humana.
* Ressalta-se a sua capacidade para resistir a pragas e continuar a alimentar a humanidade por gerações.
* Apresenta-se como um "torrente de grãos bondosos" oferecido pela terra aos povos.
Em resumo:
O poema celebra o trigo como um símbolo de vida, abundância e generosidade, sublinhando o seu nexo essencial com a natureza e a sobrevivência humana.
Título sugerido por Gloria González
Arboleda (Bosque)
Vi-as nas minhas florestas virgens
ao amparo dos cerros
Junto ao lago, na margem do rio
o Ñirre e a Lenga nas alturas
mais abaixo, o Canelo sagrado
o Ulmo dourado e perfumado
o Alerce milenar, o Coigue e o Mañío
O Raulí, a Tepa, a avelaneira
do fruto precoce
A Araucária do pinhão
e o Cipreste de cheiro.
Quantas arboledas já sucumbiram
O Alerce e o Raulí depredados
transformada a terra em sementeiras
Arboleda (Bosque)
Vi-as nas minhas florestas virgens
ao amparo dos cerros
Junto ao lago, na margem do rio
o Ñirre e a Lenga nas alturas
mais abaixo, o Canelo sagrado
o Ulmo dourado e perfumado
o Alerce milenar, o Coigue e o Mañío
O Raulí, a Tepa, a avelaneira
do fruto precoce
A Araucária do pinhão
e o Cipreste de cheiro.
Quantas arboledas já sucumbiram
O Alerce e o Raulí depredados
transformada a terra em sementeiras
Vigilantes nas alturas alguns se vêem
chorando pela queda do Cipreste
Como bandeira arvorada com os seus ramos
clamam à consciência humana
que os deixem viver em paz
na terra irmã...
***
Este poema é uma homenagem à beleza e diversidade das florestas nativas, bem como uma denúncia da sua destruição.
A riqueza da arboleda nativa:
* O poema enumera uma variedade de árvores nativas, destacando a sua beleza e características únicas (o Ñirre, a Lenga, o Canelo sagrado, o Alerce milenar, a Araucária, entre outras).
chorando pela queda do Cipreste
Como bandeira arvorada com os seus ramos
clamam à consciência humana
que os deixem viver em paz
na terra irmã...
***
Este poema é uma homenagem à beleza e diversidade das florestas nativas, bem como uma denúncia da sua destruição.
A riqueza da arboleda nativa:
* O poema enumera uma variedade de árvores nativas, destacando a sua beleza e características únicas (o Ñirre, a Lenga, o Canelo sagrado, o Alerce milenar, a Araucária, entre outras).
A destruição das florestas:
* Lamenta-se a perda de muitas arboledas, a depredação do Alerce e do Raulí, e a transformação da terra em sementeiras.
* A queda do Cipreste simboliza a dor pela destruição do património natural.
O chamado à consciência e mensagem ecológica:
* As árvores restantes são "vigilantes" que choram e clamam à consciência humana para viver em paz na "terra irmã".
* É uma emotiva defesa das florestas nativas e um apelo urgente a protegê-las.
* Lamenta-se a perda de muitas arboledas, a depredação do Alerce e do Raulí, e a transformação da terra em sementeiras.
* A queda do Cipreste simboliza a dor pela destruição do património natural.
O chamado à consciência e mensagem ecológica:
* As árvores restantes são "vigilantes" que choram e clamam à consciência humana para viver em paz na "terra irmã".
* É uma emotiva defesa das florestas nativas e um apelo urgente a protegê-las.
Em resumo:
O poema celebra a majestade da flora nativa e ergue uma voz de alerta perante a desflorestação, convidando à preservação do nosso ambiente natural.
O poema celebra a majestade da flora nativa e ergue uma voz de alerta perante a desflorestação, convidando à preservação do nosso ambiente natural.
Título sugerido por Yanny Tugores
Seiva (Savia)
Sangue da árvore
flues por vertentes resinosas
sobes ramagens dando vida à folha
Leitosa escorres
como leite desde o sobreiro
e como resina desde tempos distantes
deixando a tua pegada no Âmbar Báltico
Seiva, és de sábio proceder
buscas, fecundas e inicias a vida
estimulando o tronco
batendo qual coração jubiloso
subindo na primavera
para gerar fruto e floração
para depois descer iniciando
o processo de uma nova geração.
Seiva (Savia)
Sangue da árvore
flues por vertentes resinosas
sobes ramagens dando vida à folha
Leitosa escorres
como leite desde o sobreiro
e como resina desde tempos distantes
deixando a tua pegada no Âmbar Báltico
Seiva, és de sábio proceder
buscas, fecundas e inicias a vida
estimulando o tronco
batendo qual coração jubiloso
subindo na primavera
para gerar fruto e floração
para depois descer iniciando
o processo de uma nova geração.
***
Este poema é uma celebração da seiva, a força vital das árvores, e uma reflexão sobre o seu papel essencial na natureza.
A seiva como sangue da árvore:
* Compara a seiva com o sangue, ressaltando a sua importância vital ao fluir pelas "vertentes resinosas" e dar vida à folha.
A seiva e as suas diversas formas:
* Menciona as suas múltiplas manifestações, desde a substância leitosa do sobreiro até à resina fossilizada no âmbar báltico.
Este poema é uma celebração da seiva, a força vital das árvores, e uma reflexão sobre o seu papel essencial na natureza.
A seiva como sangue da árvore:
* Compara a seiva com o sangue, ressaltando a sua importância vital ao fluir pelas "vertentes resinosas" e dar vida à folha.
A seiva e as suas diversas formas:
* Menciona as suas múltiplas manifestações, desde a substância leitosa do sobreiro até à resina fossilizada no âmbar báltico.
A sabedoria e o ciclo da vida:
* Personifica-se a seiva como um "sábio proceder" que fecunda e inicia a vida, batendo como um coração jubiloso na primavera para gerar fruto e floração.
* Mostra o ciclo completo onde ascende para dar vida e desce para reiniciar o processo de uma nova geração.
Em resumo:
O poema é uma bela e poética descrição da seiva como símbolo indiscutível de renovação, vitalidade e continuidade na natureza.
* Personifica-se a seiva como um "sábio proceder" que fecunda e inicia a vida, batendo como um coração jubiloso na primavera para gerar fruto e floração.
* Mostra o ciclo completo onde ascende para dar vida e desce para reiniciar o processo de uma nova geração.
Em resumo:
O poema é uma bela e poética descrição da seiva como símbolo indiscutível de renovação, vitalidade e continuidade na natureza.
(Página de transição / Próximo título)
Título sugerido por Raquel Patricia Correa
Amor
À terra no seu conjunto
pensando em que esta é uma só
e é de todos e para todos
sem fronteiras, e, o fruto dos campos
para aliviar a fome de qualquer um
É um sonho
porque o amor à terra
ao tirar-lhe proveito,
também é amor ao dinheiro
O mineral da terra, para as armas
Os sulfatos e elementos radioativos,
para as armas
O amor económico à terra...
Amor
À terra no seu conjunto
pensando em que esta é uma só
e é de todos e para todos
sem fronteiras, e, o fruto dos campos
para aliviar a fome de qualquer um
É um sonho
porque o amor à terra
ao tirar-lhe proveito,
também é amor ao dinheiro
O mineral da terra, para as armas
Os sulfatos e elementos radioativos,
para as armas
O amor económico à terra...
Amor de seres humanos, o verdadeiro
onde a indumentária
passa a ser supérflua
e o valor aprecia-se na beleza da alma
onde o sentimento é puro
e o beijo tem um sabor diferente
já que é vindo do afluente interno
e não do físico externo
que poderia tapar imperfeições...
***
Este poema explora as diferentes facetas do amor, contrastando um ideal de amor universal e desinteressado com as realidades do egoísmo e da cobiça.
onde a indumentária
passa a ser supérflua
e o valor aprecia-se na beleza da alma
onde o sentimento é puro
e o beijo tem um sabor diferente
já que é vindo do afluente interno
e não do físico externo
que poderia tapar imperfeições...
***
Este poema explora as diferentes facetas do amor, contrastando um ideal de amor universal e desinteressado com as realidades do egoísmo e da cobiça.
O ideal do amor universal:
* Começa descrevendo um amor utópico em direção à Terra, onde não há fronteiras e os frutos se partilham para aliviar a fome, projetando uma visão de solidariedade global.
A contradição do amor e da cobiça:
* Denuncia-se a contradição entre o suposto amor à natureza e a sua exploração para fins económicos ("O amor económico à terra").
* Critica como os recursos e minerais se destinam ao fabrico de armas acima do bem-estar humano.
* Começa descrevendo um amor utópico em direção à Terra, onde não há fronteiras e os frutos se partilham para aliviar a fome, projetando uma visão de solidariedade global.
A contradição do amor e da cobiça:
* Denuncia-se a contradição entre o suposto amor à natureza e a sua exploração para fins económicos ("O amor económico à terra").
* Critica como os recursos e minerais se destinam ao fabrico de armas acima do bem-estar humano.
O verdadeiro amor entre seres humanos:
* Contrapõe-se o materialismo com um sentimento puro onde se valoriza a beleza da alma acima do físico e do superficial.
* O verdadeiro amor brota do "afluente interno" e transcende as aparências.
Em resumo:
O poema critica a hipocrisia de um amor interessado e mercantilista em direção à Terra, celebrando em paralelo o amor autêntico como uma força pura e transformadora da alma.
* Contrapõe-se o materialismo com um sentimento puro onde se valoriza a beleza da alma acima do físico e do superficial.
* O verdadeiro amor brota do "afluente interno" e transcende as aparências.
Em resumo:
O poema critica a hipocrisia de um amor interessado e mercantilista em direção à Terra, celebrando em paralelo o amor autêntico como uma força pura e transformadora da alma.
Título sugerido por Lidia Funes Bustelo
Devaneio / Sonho (Ensoñación)
Imaginando uma noite
aprazível
ofegante inspiração
entre sonhos
Não quero acordar do
meu devaneio
pois ali vejo-te e sinto-te
e és do meu inteiro
parlamento
e a minha realidade está
contigo
Devaneio com a terra
via-a tão bela
cheia de gentes
abraçadas como as estrelas
Devaneio / Sonho (Ensoñación)
Imaginando uma noite
aprazível
ofegante inspiração
entre sonhos
Não quero acordar do
meu devaneio
pois ali vejo-te e sinto-te
e és do meu inteiro
parlamento
e a minha realidade está
contigo
Devaneio com a terra
via-a tão bela
cheia de gentes
abraçadas como as estrelas
Devaneava vendo
tanta maravilha
voltando-se para o sol para
dar a semente
e todos corriam, alegravam-se
cantavam e o meu
devaneio aumentava
até que desperto
e quero dormir com a minha
almofada...
***
Este poema transporta-nos para o mundo dos sonhos, onde a realidade se mistura com a fantasia, criando um espaço de desejo e anseio.
tanta maravilha
voltando-se para o sol para
dar a semente
e todos corriam, alegravam-se
cantavam e o meu
devaneio aumentava
até que desperto
e quero dormir com a minha
almofada...
***
Este poema transporta-nos para o mundo dos sonhos, onde a realidade se mistura com a fantasia, criando um espaço de desejo e anseio.
O refúgio no sonho:
* O locutor expressa o desejo de permanecer no seu sonho, onde encontra prazer, companhia e uma realidade idealizada.
* O sonho converte-se num refúgio onde os desejos se cumprem e as emoções se intensificam.
O amor idealizado:
* No sonho, o locutor encontra um ser amado com quem partilha uma conexão profunda e completa.
* A realidade do sonho supera a realidade do despertar, onde a presença do ser amado se desvanece.
A utopia terrena:
* O sonho estende-se a uma visão utópica da Terra, onde reina a harmonia e a união entre as pessoas.
* O locutor expressa o desejo de permanecer no seu sonho, onde encontra prazer, companhia e uma realidade idealizada.
* O sonho converte-se num refúgio onde os desejos se cumprem e as emoções se intensificam.
O amor idealizado:
* No sonho, o locutor encontra um ser amado com quem partilha uma conexão profunda e completa.
* A realidade do sonho supera a realidade do despertar, onde a presença do ser amado se desvanece.
A utopia terrena:
* O sonho estende-se a uma visão utópica da Terra, onde reina a harmonia e a união entre as pessoas.
* A imagem de "gentes abraçadas como as estrelas" evoca um sentido de comunidade e conexão cósmica.
A alegria e o despertar:
* O sonho está cheio de alegria e celebração, com pessoas que correm, alegram-se e cantam; a imagem do sol a dar sementes simboliza a fertilidade e a abundância da vida.
* O despertar abrupto deixa o locutor com um profundo anseio de regressar a esse mundo idealizado, refletido no desejo de "dormir com a almofada" como busca de consolo.
Em resumo:
O poema explora o poder dos sonhos como um espaço de desejo, amor e utopia, contrastando-o com a realidade do despertar e o anseio de regressar a esse mundo idealizado.
A alegria e o despertar:
* O sonho está cheio de alegria e celebração, com pessoas que correm, alegram-se e cantam; a imagem do sol a dar sementes simboliza a fertilidade e a abundância da vida.
* O despertar abrupto deixa o locutor com um profundo anseio de regressar a esse mundo idealizado, refletido no desejo de "dormir com a almofada" como busca de consolo.
Em resumo:
O poema explora o poder dos sonhos como um espaço de desejo, amor e utopia, contrastando-o com a realidade do despertar e o anseio de regressar a esse mundo idealizado.
Título sugerido por Roberto Valentino
Eternidade (Eternidad)
Palavra complexa
O eterno, o de sempre
em tantas coisas
Eterna a vida no planeta,
isso depende de nós
e eterno o planeta no universo
Eterno o amor, que não morra jamais
Eterno é pensar que assim seja, mas de resultados
é uma eterna insegurança...
“Eternamente teu, tua, por uma eternidade”
eternidade que às vezes dura momentos
e já não se chama “eternidade”
“Eternamente te agradecerei”
isso sim é mais sincero
porque de instâncias em que se recorde um facto
que deixa marca em nós,
é o agradecimento por tempo total, eternamente...
Eternidade (Eternidad)
Palavra complexa
O eterno, o de sempre
em tantas coisas
Eterna a vida no planeta,
isso depende de nós
e eterno o planeta no universo
Eterno o amor, que não morra jamais
Eterno é pensar que assim seja, mas de resultados
é uma eterna insegurança...
“Eternamente teu, tua, por uma eternidade”
eternidade que às vezes dura momentos
e já não se chama “eternidade”
“Eternamente te agradecerei”
isso sim é mais sincero
porque de instâncias em que se recorde um facto
que deixa marca em nós,
é o agradecimento por tempo total, eternamente...
E mais...
Eternas são as letras
que deixam algo no caminho, deixam marcas de tantos e tantas que temos lido...
“És a minha eternidade”
diria eu olhando nos olhos da minha amada
pensando em que cada dia do meu existir
fôssemos ela e eu, eternamente unidos.
***
Este poema reflete sobre a natureza complexa e frequentemente contraditória da eternidade.
A relatividade da eternidade:
* O poema reconhece que a eternidade é uma palavra complexa e com diferentes significados segundo o contexto.
* Coloca-se a questão da eternidade da vida e do planeta, assinalando que estas dependem de fatores variáveis.
Eternas são as letras
que deixam algo no caminho, deixam marcas de tantos e tantas que temos lido...
“És a minha eternidade”
diria eu olhando nos olhos da minha amada
pensando em que cada dia do meu existir
fôssemos ela e eu, eternamente unidos.
***
Este poema reflete sobre a natureza complexa e frequentemente contraditória da eternidade.
A relatividade da eternidade:
* O poema reconhece que a eternidade é uma palavra complexa e com diferentes significados segundo o contexto.
* Coloca-se a questão da eternidade da vida e do planeta, assinalando que estas dependem de fatores variáveis.
O amor e a eternidade:
* Expressa-se o desejo de que o amor seja eterno, reconhecendo a insegurança que rodeia esta ideia e criticando as promessas românticas que muitas vezes resultam efêmeras.
A sinceridade do agradecimento:
* Contrapõe-se a fugacidade das promessas de amor eterno com a sinceridade do agradecimento baseado em memórias e experiências significativas que perduram.
A eternidade da arte e da palavra:
* Destaca-se a capacidade das letras e da arte para trascender o tempo e deixar uma marca duradoura na humanidade ("Eternas são as letras que deixam algo no caminho").
* Expressa-se o desejo de que o amor seja eterno, reconhecendo a insegurança que rodeia esta ideia e criticando as promessas românticas que muitas vezes resultam efêmeras.
A sinceridade do agradecimento:
* Contrapõe-se a fugacidade das promessas de amor eterno com a sinceridade do agradecimento baseado em memórias e experiências significativas que perduram.
A eternidade da arte e da palavra:
* Destaca-se a capacidade das letras e da arte para trascender o tempo e deixar uma marca duradoura na humanidade ("Eternas são as letras que deixam algo no caminho").
A eternidade no amor pessoal:
* Conclui com uma expressão de amor íntimo em direção à amada, desejando uma união perpétua e partilhada cada dia da existência.
Em resumo:
O poema explora a tensão entre o anseio de eternidade e a realidade da impermanência, destacando a importância de valorizar os momentos presentes e as conexões significativas.
* Conclui com uma expressão de amor íntimo em direção à amada, desejando uma união perpétua e partilhada cada dia da existência.
Em resumo:
O poema explora a tensão entre o anseio de eternidade e a realidade da impermanência, destacando a importância de valorizar os momentos presentes e as conexões significativas.
Título sugerido por Jorge Aliaga Cacho
Unidade (Unidad)
Palavra tão necessária
em toda ação, em todas as coisas
Unidade
no amor de dois
no amor aos nossos semelhantes
no trabalho comunitário
Unidade
pela terra e o seu conjunto
na palavra e nos factos
Unidade
que se manifesta no campo
onde comunidades se unem para semear
para colher e abraçar-se calorosamente
Unidade (Unidad)
Palavra tão necessária
em toda ação, em todas as coisas
Unidade
no amor de dois
no amor aos nossos semelhantes
no trabalho comunitário
Unidade
pela terra e o seu conjunto
na palavra e nos factos
Unidade
que se manifesta no campo
onde comunidades se unem para semear
para colher e abraçar-se calorosamente
Unidade
na música
onde o violino se une à harpa
à guitarra
às trompetas e tambores
mais o doce trinar do charango
Unidade
do caudal que desce da montanha
e de afluente em afluente
vai-se unindo a caudais maiores
para gerar o grande rio da vida
que leva as suas águas livres para os campos
e não para as mineiras
na música
onde o violino se une à harpa
à guitarra
às trompetas e tambores
mais o doce trinar do charango
Unidade
do caudal que desce da montanha
e de afluente em afluente
vai-se unindo a caudais maiores
para gerar o grande rio da vida
que leva as suas águas livres para os campos
e não para as mineiras
Unidade
de peso, de medida, de pressão
de fomento...
Unidade mágica, é...
quando é do pensamento.
***
Este poema é uma celebração da unidade nas suas diversas formas, desde o pessoal até ao social e político.
A unidade como necessidade:
* O poema começa reconhecendo a unidade como uma palavra essencial em todas as ações e coisas, apresentando-a como um valor fundamental para a convivência e o progresso.
de peso, de medida, de pressão
de fomento...
Unidade mágica, é...
quando é do pensamento.
***
Este poema é uma celebração da unidade nas suas diversas formas, desde o pessoal até ao social e político.
A unidade como necessidade:
* O poema começa reconhecendo a unidade como uma palavra essencial em todas as ações e coisas, apresentando-a como um valor fundamental para a convivência e o progresso.
A unidade nas relações humanas e com a Terra:
* Destaca-se a importância da unidade no amor, no trabalho comunitário e na defesa consciente da Terra e dos seus recursos naturais.
A unidade na natureza e na arte:
* Exemplifica-se através do trabalho no campo, da harmonia musical e da confluência dos rios que formam o grande rio da vida.
Em resumo:
O poema celebra a unidade como uma força transformadora e um valor essencial para a construção de um mundo mais justo, harmonioso e sustentável.
* Destaca-se a importância da unidade no amor, no trabalho comunitário e na defesa consciente da Terra e dos seus recursos naturais.
A unidade na natureza e na arte:
* Exemplifica-se através do trabalho no campo, da harmonia musical e da confluência dos rios que formam o grande rio da vida.
Em resumo:
O poema celebra a unidade como uma força transformadora e um valor essencial para a construção de um mundo mais justo, harmonioso e sustentável.
Título sugerido por Maigualida Pérez
Vida
Há em tantas coisas e às vezes há
quem esteja morto
em vida
Minha vida que me abandona
enquanto a morte pregoa
A vida que continua e é bela
para vivê-la em plenitude
com anseios
com gosto e decência
Vida da terra, novamente a terra
chegamos sempre a ela
tão necessária
a nossa bela esfera, redonda
na cabeça quadrada
de seres humanos
Vida
Há em tantas coisas e às vezes há
quem esteja morto
em vida
Minha vida que me abandona
enquanto a morte pregoa
A vida que continua e é bela
para vivê-la em plenitude
com anseios
com gosto e decência
Vida da terra, novamente a terra
chegamos sempre a ela
tão necessária
a nossa bela esfera, redonda
na cabeça quadrada
de seres humanos
Vida, vidinha, louirinha
ou moreninha
sendo mulher, é tão bonita
com os seus olhinhos pretos
ou de azurita
Uma vida contigo
ao amparo do teu abrigo
pedindo à vida
que estejas comigo
assim é a vida, e um dia
só, comigo...
***
Este poema reflete sobre a natureza multifacetada da vida, explorando os seus contrastes e o seu significado.
ou moreninha
sendo mulher, é tão bonita
com os seus olhinhos pretos
ou de azurita
Uma vida contigo
ao amparo do teu abrigo
pedindo à vida
que estejas comigo
assim é a vida, e um dia
só, comigo...
***
Este poema reflete sobre a natureza multifacetada da vida, explorando os seus contrastes e o seu significado.
A vida e a morte em vida:
* Começa assinalando que a vida está presente em muitas coisas, mas reconhecendo também aqueles que estão "mortos em vida", refletindo sobre a vitalidade emocional e espiritual.
A beleza e a conexão com a Terra:
* Celebra-se a vida como algo belo que deve ser vivido com plenitude e decência.
* Conecta-se profundamente com a Terra ("a nossa bela esfera"), criticando a "cabeça quadrada" e a falta de compreensão dos seres humanos em relação a ela.
* Começa assinalando que a vida está presente em muitas coisas, mas reconhecendo também aqueles que estão "mortos em vida", refletindo sobre a vitalidade emocional e espiritual.
A beleza e a conexão com a Terra:
* Celebra-se a vida como algo belo que deve ser vivido com plenitude e decência.
* Conecta-se profundamente com a Terra ("a nossa bela esfera"), criticando a "cabeça quadrada" e a falta de compreensão dos seres humanos em relação a ela.
A vida e o amor:
* Descreve a beleza da mulher e o anseio profundo de partilhar a existência sob o seu abrigo, concluindo com uma reflexão íntima sobre a solidão e a companhia.
Em resumo:
O poema explora a complexidade da existência, desde os seus contrastes e lutas até à beleza do amor e ao vínculo ineludível com a Terra.
* Descreve a beleza da mulher e o anseio profundo de partilhar a existência sob o seu abrigo, concluindo com uma reflexão íntima sobre a solidão e a companhia.
Em resumo:
O poema explora a complexidade da existência, desde os seus contrastes e lutas até à beleza do amor e ao vínculo ineludível com a Terra.
Título sugerido por Jean Jacques Pierre-Paul
Errante
É às vezes a palavra
que não é aclarada
e vagueia por abismos insondables
apagando o crisol de sonhos
Cavaleiro errante
o mendigo que não tem caminho
que vai vivendo sem destino
O cometa errante pelo universo
atravesando galáxias
cavalgando a velocidades astronómicas
entre as estrelas
Errante
É às vezes a palavra
que não é aclarada
e vagueia por abismos insondables
apagando o crisol de sonhos
Cavaleiro errante
o mendigo que não tem caminho
que vai vivendo sem destino
O cometa errante pelo universo
atravesando galáxias
cavalgando a velocidades astronómicas
entre as estrelas
Errante entre letras e mais letras
até chegar a formá-las
e criar com elas as tuas metas
encontrando o caminho necessário
para chegar a bom destino.
***
Este poema explora o conceito de "errante" nas suas diversas manifestações, desde a incerteza existencial até à viagem cósmica e à busca criativa.
A palavra errante:
* Começa com a ideia da palavra "errante" como algo ambíguo que vagueia sem rumo, apagando o crisol dos sonhos e refletindo a incerteza da linguagem.
até chegar a formá-las
e criar com elas as tuas metas
encontrando o caminho necessário
para chegar a bom destino.
***
Este poema explora o conceito de "errante" nas suas diversas manifestações, desde a incerteza existencial até à viagem cósmica e à busca criativa.
A palavra errante:
* Começa com a ideia da palavra "errante" como algo ambíguo que vagueia sem rumo, apagando o crisol dos sonhos e refletindo a incerteza da linguagem.
O ser humano e o cometa errante:
* Apresentam-se o "cavaleiro errante" e o "mendigo" como símbolos da falta de rumo terreno.
* Em contraste, o "cometa errante" evoca a imensidão do cosmos, a viagem livre e a relatividade da existência através das galáxias.
O criador errante:
* O poema conclui mostrando como o vaguear entre letras permite dar-lhes forma, criar metas e encontrar o caminho para um bom destino.
* Apresentam-se o "cavaleiro errante" e o "mendigo" como símbolos da falta de rumo terreno.
* Em contraste, o "cometa errante" evoca a imensidão do cosmos, a viagem livre e a relatividade da existência através das galáxias.
O criador errante:
* O poema conclui mostrando como o vaguear entre letras permite dar-lhes forma, criar metas e encontrar o caminho para um bom destino.
Em resumo:
O poema explora a dualidade da errância, desde o seu aspecto negativo de incerteza e falta de destino até à sua dimensão positiva de busca criativa, liberdade e realização pessoal.
O poema explora a dualidade da errância, desde o seu aspecto negativo de incerteza e falta de destino até à sua dimensão positiva de busca criativa, liberdade e realização pessoal.
Título sugerido por Mara L. García
Plenilúnio / Lua Cheia (Plenilunio)
É uma noite,
quando a alma se parece com a lua
a do plenilúnio, tão grande
e tão brilhante como o diamante
Plenilúnio
entre a noite escura
iluminando as pradarias
ressaltando as estepas
criando mil poemas
Plenilúnio
magnificência do universo
Lua filha do céu
mãe de todo poeta no amor
Plenilúnio / Lua Cheia (Plenilunio)
É uma noite,
quando a alma se parece com a lua
a do plenilúnio, tão grande
e tão brilhante como o diamante
Plenilúnio
entre a noite escura
iluminando as pradarias
ressaltando as estepas
criando mil poemas
Plenilúnio
magnificência do universo
Lua filha do céu
mãe de todo poeta no amor
Embriagados ofrendamos a nossa intimidade que converge
entre o céu e a terra
como legião de transeuntes
irradiando o teu brilho eterno
e reverenciando-nos perante a tua majestade.
***
Este poema celebra a beleza e o mistério do plenilúnio, a lua cheia, como um momento de conexão profunda com a natureza e a criatividade.
A lua como espelho da alma:
* Compara a alma com a lua cheia, destacando a sua grandeza e brilho como um momento de introspeção e conexão com a própria essência.
entre o céu e a terra
como legião de transeuntes
irradiando o teu brilho eterno
e reverenciando-nos perante a tua majestade.
***
Este poema celebra a beleza e o mistério do plenilúnio, a lua cheia, como um momento de conexão profunda com a natureza e a criatividade.
A lua como espelho da alma:
* Compara a alma com a lua cheia, destacando a sua grandeza e brilho como um momento de introspeção e conexão com a própria essência.
A lua como fonte de inspiração e magnificencia:
* Descreve o plenilúnio como uma luz que ilumina a noite e inspira a criação de poemas.
* Personifica a lua como "filha do céu" e "mãe de todo poeta no amor", elevando-a a uma força poderosa e transcendente.
A conexão entre o céu e a terra:
* Evoca um momento de comunhão e reverência onde os seres humanos ofrendam a sua intimidade, irradiando o seu brilho e prestando tributo à sua majestade.
* Descreve o plenilúnio como uma luz que ilumina a noite e inspira a criação de poemas.
* Personifica a lua como "filha do céu" e "mãe de todo poeta no amor", elevando-a a uma força poderosa e transcendente.
A conexão entre o céu e a terra:
* Evoca um momento de comunhão e reverência onde os seres humanos ofrendam a sua intimidade, irradiando o seu brilho e prestando tributo à sua majestade.
Em resumo:
O poema é uma ode ao plenilúnio que celebra a sua beleza, o seu poder inspirador e a sua capacidade para conectar os seres humanos com a natureza e com a sua própria essência.
O poema é uma ode ao plenilúnio que celebra a sua beleza, o seu poder inspirador e a sua capacidade para conectar os seres humanos com a natureza e com a sua própria essência.
Título sugerido por Guillermo Bazán Becerra
Perdão (Perdón)
Perdão
por te ter esquecido um segundo
Perdão
pelos meus pecados,
perdoa-me minha vida
Perdão
da boca para fora
ou perdão desde a alma
Merecerá o perdão?
Quem somos nós para perdoar?
O saber perdoar é, sabedoria
Perdão (Perdón)
Perdão
por te ter esquecido um segundo
Perdão
pelos meus pecados,
perdoa-me minha vida
Perdão
da boca para fora
ou perdão desde a alma
Merecerá o perdão?
Quem somos nós para perdoar?
O saber perdoar é, sabedoria
Erradicar o ódio de perdão
é tarefa de prudentes
já que o perdão em muitos casos
está associado ao ódio
Dizem que os poetas não têm capacidade de odiar...
saberão perdoar?
***
Este poema explora a complexidade do perdão, desde a sua expressão superficial até à sua profundidade espiritual, e levanta questões sobre o seu significado e alcance.
é tarefa de prudentes
já que o perdão em muitos casos
está associado ao ódio
Dizem que os poetas não têm capacidade de odiar...
saberão perdoar?
***
Este poema explora a complexidade do perdão, desde a sua expressão superficial até à sua profundidade espiritual, e levanta questões sobre o seu significado e alcance.
A autenticidade e a fragilidade do perdão:
* Começa reconhecendo a fragilidade humana perante os pequenos esquecimentos e os pecados, diferenciando um perdão superficial ("da boca para fora") de um genuíno ("desde a alma").
O merecimento e a sabedoria:
* Questiona quem tem autoridade para perdoar, elevando finalmente o ato de saber perdoar à categoria de sabedoria e virtude.
* Começa reconhecendo a fragilidade humana perante os pequenos esquecimentos e os pecados, diferenciando um perdão superficial ("da boca para fora") de um genuíno ("desde a alma").
O merecimento e a sabedoria:
* Questiona quem tem autoridade para perdoar, elevando finalmente o ato de saber perdoar à categoria de sabedoria e virtude.
O perdão, o ódio e a poesia:
* Reflete sobre a dificuldade de erradicar o ódio, já que muitas vezes se vincula ao perdão, e conclui perguntando se os poetas, isentos de ódio, possuem o segredo do perdão.
Em resumo:
O poema convida a uma profunda reflexão sobre a natureza do perdão, a sua autenticidade, as complexidades emocionais que o envolvem e o seu valor supremo como ato de sabedoria.
* Reflete sobre a dificuldade de erradicar o ódio, já que muitas vezes se vincula ao perdão, e conclui perguntando se os poetas, isentos de ódio, possuem o segredo do perdão.
Em resumo:
O poema convida a uma profunda reflexão sobre a natureza do perdão, a sua autenticidade, as complexidades emocionais que o envolvem e o seu valor supremo como ato de sabedoria.
Título sugerido por Carlos Fidel Borjas Díaz
Bênçãos (Bendiciones)
Bênçãos
que palavra grata, tão cheia de amor
Bendito é o fruto do teu ventre Jesus
Benditas as almas que derramam o seu amor pelo mundo
Bênção é um clamor universal
que atravessa caminhos pedregosos
e transforma-se na paz
que anseiam os povos
para conviver em fraternidade
Bênção
devoção bondosa no diálogo humanizado
deveria ser a proclama universal
para todas as raças
Bênçãos (Bendiciones)
Bênçãos
que palavra grata, tão cheia de amor
Bendito é o fruto do teu ventre Jesus
Benditas as almas que derramam o seu amor pelo mundo
Bênção é um clamor universal
que atravessa caminhos pedregosos
e transforma-se na paz
que anseiam os povos
para conviver em fraternidade
Bênção
devoção bondosa no diálogo humanizado
deveria ser a proclama universal
para todas as raças
Estamos benditos
vivemos num mundo que nos dá tudo
para sermos felizes
mas essas bênçãos
não chegam a todos
Bendito seja quem entregar ferramentas
para alcançar a bênção para todos.
***
Este poema é uma reflexão sobre o conceito de bênção, explorando o seu significado a partir de uma perspectiva tanto religiosa como humanista.
A bênção como expressão de amor e anseio universal:
* Começa definindo a bênção como uma palavra cheia de amor, associando-a ao sagrado e apresentando-a como um clamor que procura a paz e a fraternidade entre os povos.
vivemos num mundo que nos dá tudo
para sermos felizes
mas essas bênçãos
não chegam a todos
Bendito seja quem entregar ferramentas
para alcançar a bênção para todos.
***
Este poema é uma reflexão sobre o conceito de bênção, explorando o seu significado a partir de uma perspectiva tanto religiosa como humanista.
A bênção como expressão de amor e anseio universal:
* Começa definindo a bênção como uma palavra cheia de amor, associando-a ao sagrado e apresentando-a como um clamor que procura a paz e a fraternidade entre os povos.
A contradição da desigualdade e o dever humanitário:
* Propõe a bênção como um diálogo humanizado universal e contrasta a abundância do mundo com a dura realidade de que tais bênçãos não chegam a todos por igual.
A bênção como ação transformadora:
* Conclui elevando aqueles que entregam ferramentas reais para alcançar o bem-estar coletivo e a equidade.
* Propõe a bênção como um diálogo humanizado universal e contrasta a abundância do mundo com a dura realidade de que tais bênçãos não chegam a todos por igual.
A bênção como ação transformadora:
* Conclui elevando aqueles que entregam ferramentas reais para alcançar o bem-estar coletivo e a equidade.
Em resumo:
O poema explora a bênção como um conceito multifacetado que abrange o amor, a paz, a justiça social e uma profunda ação transformadora em favor da humanidade.
O poema explora a bênção como um conceito multifacetado que abrange o amor, a paz, a justiça social e uma profunda ação transformadora em favor da humanidade.
Título sugerido por Mary Guzmán
Esperança (Esperanza)
Quantas vezes no anseio de que se cumpram
e às vezes dizem:
“Não, não há nenhuma esperança”
Nenhuma!!!... nem a mais mínima
Esperança de vida, de logros
e até no amor, esperançados
Esperança num mundo melhor
em que se mudem os anómalos procedimentos
Aqueles, estão indiferentes às esperanças
de quem clama a gritos pelas suas dores
Há, uma esperança distante!
Esperança (Esperanza)
Quantas vezes no anseio de que se cumpram
e às vezes dizem:
“Não, não há nenhuma esperança”
Nenhuma!!!... nem a mais mínima
Esperança de vida, de logros
e até no amor, esperançados
Esperança num mundo melhor
em que se mudem os anómalos procedimentos
Aqueles, estão indiferentes às esperanças
de quem clama a gritos pelas suas dores
Há, uma esperança distante!
“A esperança nunca se perde”
E continuamos esperançados
e passam e passam os dias, os anos, os séculos
e morrem com as suas esperanças, de esperar
esperado, esperarei, espero...
eu, tu, ele, nós, vós, elas e eles...
todos à espera esperançados
e quase nunca conseguido
Mais de perto, conheci esperanças
de quem anseia mostrar as suas obras
e se lhes cumpriram
E cumpriu-se a minha esperança de vê-los felizes
Isso de se sentir parte da sociedade por mérito próprio
Grande, a esperança!
E continuamos esperançados
e passam e passam os dias, os anos, os séculos
e morrem com as suas esperanças, de esperar
esperado, esperarei, espero...
eu, tu, ele, nós, vós, elas e eles...
todos à espera esperançados
e quase nunca conseguido
Mais de perto, conheci esperanças
de quem anseia mostrar as suas obras
e se lhes cumpriram
E cumpriu-se a minha esperança de vê-los felizes
Isso de se sentir parte da sociedade por mérito próprio
Grande, a esperança!
***
Este poema explora a natureza ambivalente da esperança, desde a sua fragilidade e deceção até ao seu poder transformador.
A fragilidade e a dor da espera:
* Começa assinalando como a esperança costuma frustrar-se perante o desalento, refletindo o cansaço daqueles que esperam através dos anos e séculos face à indiferença alheia.
Este poema explora a natureza ambivalente da esperança, desde a sua fragilidade e deceção até ao seu poder transformador.
A fragilidade e a dor da espera:
* Começa assinalando como a esperança costuma frustrar-se perante o desalento, refletindo o cansaço daqueles que esperam através dos anos e séculos face à indiferença alheia.
O anseio de justiça e o poder transformador:
* Expressa o desejo profundo de um mundo melhor e culmina reconhecendo a grandeza das esperanças cumpridas, o mérito próprio e a alegria de ver os outros felizes.
Em resumo:
O poema oferece uma visão realista mas luminosa da esperança, reconhecendo a sua fragilidade perante o tempo e a indiferença, mas celebrando a sua enorme capacidade para transformar vidas.
* Expressa o desejo profundo de um mundo melhor e culmina reconhecendo a grandeza das esperanças cumpridas, o mérito próprio e a alegria de ver os outros felizes.
Em resumo:
O poema oferece uma visão realista mas luminosa da esperança, reconhecendo a sua fragilidade perante o tempo e a indiferença, mas celebrando a sua enorme capacidade para transformar vidas.
Título sugerido por María Cristina Farías
Espelhos (Espejos)
“Os olhos são os espelhos da alma”
Verdade, que nos podemos apreciar nele
mas, até onde poderá chegar este reflexo
Por certo, não nos diz tudo o que representamos
e muitas vezes esconde por trás de máscaras imaginárias
tudo o que somos e não queremos mostrar
Espelhos
objetos ao serviço da vaidade
não por isso, serão maus
a vaidade não mata
Espelhos
são as águas das alturas
aquelas que lutam por permanecer
que alimentam as chuvas
espelhos da terra
Espelhos (Espejos)
“Os olhos são os espelhos da alma”
Verdade, que nos podemos apreciar nele
mas, até onde poderá chegar este reflexo
Por certo, não nos diz tudo o que representamos
e muitas vezes esconde por trás de máscaras imaginárias
tudo o que somos e não queremos mostrar
Espelhos
objetos ao serviço da vaidade
não por isso, serão maus
a vaidade não mata
Espelhos
são as águas das alturas
aquelas que lutam por permanecer
que alimentam as chuvas
espelhos da terra
Os teus luceros são espelhos
quando me olho neles
e vejo-me sincero
Espelhinho, espelhinho, diz-me quem é a mais bela?
A mulher não precisa de perguntar a ninguém
pois já, pelo só facto de ser mulher
é o mais belo da terra.
***
Este poema explora a metáfora do espelho nas suas múltiplas dimensões, desde a introspeção pessoal até à conexão com a natureza e a beleza feminina.
quando me olho neles
e vejo-me sincero
Espelhinho, espelhinho, diz-me quem é a mais bela?
A mulher não precisa de perguntar a ninguém
pois já, pelo só facto de ser mulher
é o mais belo da terra.
***
Este poema explora a metáfora do espelho nas suas múltiplas dimensões, desde a introspeção pessoal até à conexão com a natureza e a beleza feminina.
Os olhos, a vaidade e a natureza:
* Questiona se os olhos refletem tudo ou se ocultam o que não queremos mostrar por trás de máscaras.
* Valoriza o espelho como ferramenta de vaidade sem o considerar nocivo e expande o conceito em direção às águas das alturas como espelhos da terra.
O reflexo no ser amado e a beleza feminina:
* Destaca a sinceridade ao olhar-se nos olhos do outro e reivindica a beleza intrínseca da mulher, isenta de validações externas.
* Questiona se os olhos refletem tudo ou se ocultam o que não queremos mostrar por trás de máscaras.
* Valoriza o espelho como ferramenta de vaidade sem o considerar nocivo e expande o conceito em direção às águas das alturas como espelhos da terra.
O reflexo no ser amado e a beleza feminina:
* Destaca a sinceridade ao olhar-se nos olhos do outro e reivindica a beleza intrínseca da mulher, isenta de validações externas.
Em resumo:
O poema utiliza a imagem do espelho como um símbolo multifacetado que representa a introspeção humana, a vaidade, a comunhão com a natureza e a beleza essencial.
O poema utiliza a imagem do espelho como um símbolo multifacetado que representa a introspeção humana, a vaidade, a comunhão com a natureza e a beleza essencial.
Título sugerido por Kriemhilde Hôffter
Ilusão
O que mais me chama a falar sobre esta palavra é a ilusão das meninas e meninos do mundo. Muitas vezes os adultos iludimo-nos com grandes coisas antes de olhar para o nosso entorno
Queremos carros, viagens, artigos suntuários e o melhor dos telefones celulares... Enquanto isso, as meninas e os meninos iludem-se com um brinquedo, um livro, uma palavra carinhosa, um bom companheiro, um colégio bonito e professoras amáveis, uma oportunidade de fazer parte da sociedade e da sua cultura... Então de ilusão, a que me gustaría que se cumpla é aquela que nos deixa um reconfortante momento de humanidade, de objetivos cumpridos nos meus semelhantes
Ilusão do entendimento das pessoas por alcançar através da palavra e do diálogo civilizado acordos que vão em benefício da sociedade no seu conjunto
Ilusão
O que mais me chama a falar sobre esta palavra é a ilusão das meninas e meninos do mundo. Muitas vezes os adultos iludimo-nos com grandes coisas antes de olhar para o nosso entorno
Queremos carros, viagens, artigos suntuários e o melhor dos telefones celulares... Enquanto isso, as meninas e os meninos iludem-se com um brinquedo, um livro, uma palavra carinhosa, um bom companheiro, um colégio bonito e professoras amáveis, uma oportunidade de fazer parte da sociedade e da sua cultura... Então de ilusão, a que me gustaría que se cumpla é aquela que nos deixa um reconfortante momento de humanidade, de objetivos cumpridos nos meus semelhantes
Ilusão do entendimento das pessoas por alcançar através da palavra e do diálogo civilizado acordos que vão em benefício da sociedade no seu conjunto
Iludo-me, muitas vezes, em ver num lar aquele cão que anda na rua perdido e desnutrido que teve um dono e foi banido.
Iludo-me e penso que o raciocínio do ser humano chegue a convertê-lo num ser de bem e que tenha aprendido com os seus erros gerando um bom viver em família.
Iludo-me, pensando que um dia as fronteiras estarão abertas, que os seres humanos nos abraçaremos sem mediar nacionalidade, cor, religião ou estatuto económico.
***
Este poema explora o conceito de ilusão a partir de uma perspectiva humanista e esperançosa, contrastando as ilusões materiais dos adultos com as das crianças.
Iludo-me e penso que o raciocínio do ser humano chegue a convertê-lo num ser de bem e que tenha aprendido com os seus erros gerando um bom viver em família.
Iludo-me, pensando que um dia as fronteiras estarão abertas, que os seres humanos nos abraçaremos sem mediar nacionalidade, cor, religião ou estatuto económico.
***
Este poema explora o conceito de ilusão a partir de uma perspectiva humanista e esperançosa, contrastando as ilusões materiais dos adultos com as das crianças.
A ilusão das crianças e a humanidade:
* Contrapõe a ambição material dos adultos com a pureza infantil centrada no afeto, na aprendizagem e na convivência.
* Anseia por uma ilusão coletiva que propicie o entendimento, o diálogo civilizado e momentos reconfortantes de humanidade.
Ilusões de bem-estar e justiça:
* Expressa desejos pessoais focados no resgate de animais desamparados, na bondade humana derivada da aprendizagem e na abertura de fronteiras sem distinções.
* Contrapõe a ambição material dos adultos com a pureza infantil centrada no afeto, na aprendizagem e na convivência.
* Anseia por uma ilusão coletiva que propicie o entendimento, o diálogo civilizado e momentos reconfortantes de humanidade.
Ilusões de bem-estar e justiça:
* Expressa desejos pessoais focados no resgate de animais desamparados, na bondade humana derivada da aprendizagem e na abertura de fronteiras sem distinções.
Em resumo:
O poema celebra a ilusão como uma força inspiradora e um motor de mudança capaz de promover a esperança, a equidade e a transformação da sociedade.
O poema celebra a ilusão como uma força inspiradora e um motor de mudança capaz de promover a esperança, a equidade e a transformação da sociedade.
Título sugerido por Gloria González
Adeuses (Adioses)
Encerra um mundo enorme
Quantos adeuses que foram
para nunca mais voltar
Adeuses para um regresso temprano
e voltar a tomar a tua mão
e os adeuses de ontem de que nos lembramos
e nunca nos esquecemos
Adeuses que nunca quiséramos ver
onde o mistério nos deixa a pensar
e vamos por aí, pela vida a interpretar
Adeuses
torrentes de paixões
que vão com ele
fabricando as nossas angústias
que impulsionam as emoções.
Adeuses (Adioses)
Encerra um mundo enorme
Quantos adeuses que foram
para nunca mais voltar
Adeuses para um regresso temprano
e voltar a tomar a tua mão
e os adeuses de ontem de que nos lembramos
e nunca nos esquecemos
Adeuses que nunca quiséramos ver
onde o mistério nos deixa a pensar
e vamos por aí, pela vida a interpretar
Adeuses
torrentes de paixões
que vão com ele
fabricando as nossas angústias
que impulsionam as emoções.
***
Este poema explora a complexidade dos adeuses, desde os que são temporários até aos que são definitivos, e o seu impacto emocional nas nossas vidas.
A magnitude e dualidade dos adeuses:
* Começa assinalando que um adeus encerra um mundo enorme e contrapõe aqueles definitivos com os temporários que abrigam a esperança de um reencontro e a recordação constante.
Este poema explora a complexidade dos adeuses, desde os que são temporários até aos que são definitivos, e o seu impacto emocional nas nossas vidas.
A magnitude e dualidade dos adeuses:
* Começa assinalando que um adeus encerra um mundo enorme e contrapõe aqueles definitivos com os temporários que abrigam a esperança de um reencontro e a recordação constante.
O mistério e o impacto emocional:
* Reflete a incerteza das despedidas que quiséramos evitar e como os adeuses atuam como torrentes de paixões que forjam as nossas angústias e impulsionam as emoções humanas.
Em resumo:
O poema examina a natureza funda e sentimental das despedidas, reconhecendo a sua diversidade e a profunda marca que deixam no decorrer da nossa existência.
* Reflete a incerteza das despedidas que quiséramos evitar e como os adeuses atuam como torrentes de paixões que forjam as nossas angústias e impulsionam as emoções humanas.
Em resumo:
O poema examina a natureza funda e sentimental das despedidas, reconhecendo a sua diversidade e a profunda marca que deixam no decorrer da nossa existência.
(Página de transição / Próximo título)
Título sugerido por Julio Yovera
Caminhos (Caminos)
São, os que quero construir
e se de caminhos se trata
há caminhos até para o além
Caminos
que deixam pegadas na terra
e caminheiros que só olham para as estrelas
Caminho um dia livremente
e encontro-me com uma fronteira
já, o caminho está fechado para a vida bela
Caminho contigo irmão
com a minha amada e no campo com o meu arado
tanto caminhar
e às vezes não chegamos a destino
Caminhos (Caminos)
São, os que quero construir
e se de caminhos se trata
há caminhos até para o além
Caminos
que deixam pegadas na terra
e caminheiros que só olham para as estrelas
Caminho um dia livremente
e encontro-me com uma fronteira
já, o caminho está fechado para a vida bela
Caminho contigo irmão
com a minha amada e no campo com o meu arado
tanto caminhar
e às vezes não chegamos a destino
Admiro os forjadores
que abrem caminhos
com a força da palavra
e os sempeiam com bondade da alma
esses caminhos, sim valem ouro
e não têm fronteiras.
***
Este poema utiliza a metáfora dos caminhos para explorar temas como a liberdade, a esperança, a superação de obstáculos e a busca de significado na vida.
A construção e dualidade dos caminhos:
* Simboliza a criação de oportunidades e contrapõe as pegadas físicas na terra com os caminheiros que aspiram em direção às estrelas.
que abrem caminhos
com a força da palavra
e os sempeiam com bondade da alma
esses caminhos, sim valem ouro
e não têm fronteiras.
***
Este poema utiliza a metáfora dos caminhos para explorar temas como a liberdade, a esperança, a superação de obstáculos e a busca de significado na vida.
A construção e dualidade dos caminhos:
* Simboliza a criação de oportunidades e contrapõe as pegadas físicas na terra com os caminheiros que aspiram em direção às estrelas.
Obstáculos e a viagem partilhada:
* Denuncia o travão das fronteiras que fecham a passagem a uma vida bela e destaca a companhia do irmão, do amor e do trabalho no campo.
Os forjadores de caminhos:
* Elogia aqueles que abrem rotas através da força da palavra e da bondade, construindo caminhos sem fronteiras que valem ouro.
* Denuncia o travão das fronteiras que fecham a passagem a uma vida bela e destaca a companhia do irmão, do amor e do trabalho no campo.
Os forjadores de caminhos:
* Elogia aqueles que abrem rotas através da força da palavra e da bondade, construindo caminhos sem fronteiras que valem ouro.
Em resumo:
O poema reflete sobre a vida como uma viagem cheia de possibilidades, obstáculos e a importância fundamental da companhia e da ação positiva.
O poema reflete sobre a vida como uma viagem cheia de possibilidades, obstáculos e a importância fundamental da companhia e da ação positiva.
Título sugerido por José Lissidini
Efêmero (Efímero)
Que não seja o amor
Que sim seja a dor
que passe e siga o seu caminho
Tampouco que seja de uma flor
que quero levá-la para o teu cabelo
e quero vê-la em cada amanhecer
ao acordar ao teu lado
não poderia ser papoila,
a efêmera
que adorna o campo estéril
adormecida na pradaria
Efêmero (Efímero)
Que não seja o amor
Que sim seja a dor
que passe e siga o seu caminho
Tampouco que seja de uma flor
que quero levá-la para o teu cabelo
e quero vê-la em cada amanhecer
ao acordar ao teu lado
não poderia ser papoila,
a efêmera
que adorna o campo estéril
adormecida na pradaria
Efêmero
duração definida,
curta não é a minha vida
como antónimo expresso
continuo a vivê-la a full
cada dia
Que não seja efêmero o teu atuar companheiro
dá-lhe com tudo e para todos
o teu alento com esmero.
***
Este poema reflete sobre a natureza efêmera da vida e das emoções, contrastando o que desejamos que seja passageiro com o que anhelamos que perdure.
duração definida,
curta não é a minha vida
como antónimo expresso
continuo a vivê-la a full
cada dia
Que não seja efêmero o teu atuar companheiro
dá-lhe com tudo e para todos
o teu alento com esmero.
***
Este poema reflete sobre a natureza efêmera da vida e das emoções, contrastando o que desejamos que seja passageiro com o que anhelamos que perdure.
A fugacidade da dor e a permanência do amor:
* Expressa o desejo de que a dor seja passageira enquanto se anseia que o amor perdure no tempo, rejeitando a efemeridade da papoila face ao desejo de um despertar constante junto ao ser amado.
A plenitude da vida e a ação perdurável:
* Afirma a intensidade com que se vive cada dia apesar da fugacidade e incita os companheiros a entregar um atuar com esmero e um impacto duradouro.
* Expressa o desejo de que a dor seja passageira enquanto se anseia que o amor perdure no tempo, rejeitando a efemeridade da papoila face ao desejo de um despertar constante junto ao ser amado.
A plenitude da vida e a ação perdurável:
* Afirma a intensidade com que se vive cada dia apesar da fugacidade e incita os companheiros a entregar um atuar com esmero e um impacto duradouro.
Em resumo:
O poema contrapõe a fugacidade de certas experiências com a permanência do amor e das ações significativas, convidando a viver a vida com intensidade e a deixar uma marca transcendente.
O poema contrapõe a fugacidade de certas experiências com a permanência do amor e das ações significativas, convidando a viver a vida com intensidade e a deixar uma marca transcendente.
Título sugerido por Eréndira Ángel
Crisol
Fundir-te a mim, no meu crisol de fogos
polir-te como o bronze
que soa doce
sinfonia, como a tua voz
Crisol
que ardente converges
nos meus anseios de ti
crepitante és como o vulcão
explosionas mil
sensações na minha alma
intimando em solidão
Crisol
tu que ardes e desfazes
o ferro
funciona na vida
para derreter o anómalo
irradia o teu poder nele
e derrama-o em mel
Crisol
Fundir-te a mim, no meu crisol de fogos
polir-te como o bronze
que soa doce
sinfonia, como a tua voz
Crisol
que ardente converges
nos meus anseios de ti
crepitante és como o vulcão
explosionas mil
sensações na minha alma
intimando em solidão
Crisol
tu que ardes e desfazes
o ferro
funciona na vida
para derreter o anómalo
irradia o teu poder nele
e derrama-o em mel
Crisol
os poetas iremos
enchendo a tua taça
com palavras, factos e
solidariedade incondicional
para fundir tudo num
só
grito de humanidade!
***
Este poema utiliza a metáfora do crisol, um recipiente onde se fundem metais, para explorar temas como a transformação, a paixão, a purificação e a unidade humana.
os poetas iremos
enchendo a tua taça
com palavras, factos e
solidariedade incondicional
para fundir tudo num
só
grito de humanidade!
***
Este poema utiliza a metáfora do crisol, um recipiente onde se fundem metais, para explorar temas como a transformação, a paixão, a purificação e a unidade humana.
O crisol como transformação e paixão:
* Começa com a imagem de um fogo purificador que poli o bronze como uma doce sinfonia, associando-se depois a um vulcão que liberta mil sensações íntimas e apaixonadas.
O crisol como purificação e unidade:
* Simboliza a capacidade de derreter o anómalo e transformá-lo em mel, concluindo com um apelo aos poetas para se unirem num grande grito de humanidade e solidariedade incondicional.
* Começa com a imagem de um fogo purificador que poli o bronze como uma doce sinfonia, associando-se depois a um vulcão que liberta mil sensações íntimas e apaixonadas.
O crisol como purificação e unidade:
* Simboliza a capacidade de derreter o anómalo e transformá-lo em mel, concluindo com um apelo aos poetas para se unirem num grande grito de humanidade e solidariedade incondicional.
Em resumo:
O poema emprega a poderosa metáfora do crisol para aprofundar na transformação pessoal, na intensidade do desejo, na depuração do negativo e na comunhão universal dos seres humanos.
O poema emprega a poderosa metáfora do crisol para aprofundar na transformação pessoal, na intensidade do desejo, na depuração do negativo e na comunhão universal dos seres humanos.
Título sugerido por Sonia Luz Carrillo
Não (No)
Não me digas não!
Não me digas que não queres os meus beijos
Não acerto a compreender
Não tenho tempo
Não posso mais
Não devo portar-me mal
Não faças o que não queres
que te façam a ti
Não passar
Não entrar
Não me venhas com artimanhas
Não deixarei que me fales assim
Não me grites
Não me o deste
Não (No)
Não me digas não!
Não me digas que não queres os meus beijos
Não acerto a compreender
Não tenho tempo
Não posso mais
Não devo portar-me mal
Não faças o que não queres
que te façam a ti
Não passar
Não entrar
Não me venhas com artimanhas
Não deixarei que me fales assim
Não me grites
Não me o deste
Não me calarei
¡Não, não, não... bom já!
¡Nãoão, não me deixes, pensa nos teus filhos!…
A lutar pela justiça...
Erradicar o “não” das nossas vidas.
***
Este poema é uma torrente de "nãos" que reflete a frustração, a resistência e a luta pela afirmação pessoal.
A frustração e as relações pessoais:
* Começa com um desafio direto à rejeição e explora a incompreensão perante a recusa amorosa, transitando por proibições quotidianas e limites impostos.
¡Não, não, não... bom já!
¡Nãoão, não me deixes, pensa nos teus filhos!…
A lutar pela justiça...
Erradicar o “não” das nossas vidas.
***
Este poema é uma torrente de "nãos" que reflete a frustração, a resistência e a luta pela afirmação pessoal.
A frustração e as relações pessoais:
* Começa com um desafio direto à rejeição e explora a incompreensão perante a recusa amorosa, transitando por proibições quotidianas e limites impostos.
A complexidade da negação e a luta social:
* Mostra a ambivalência dos "nãos" entre súplicas familiares e resistência, culminando num apelo vibrante a lutar pela justiça e a erradicar a opressão.
Em resumo:
O poema erige-se como uma expressão apaixonada contra a limitação e a negação, advogando firmemente pela autonomia, a liberdade e a justiça.
* Mostra a ambivalência dos "nãos" entre súplicas familiares e resistência, culminando num apelo vibrante a lutar pela justiça e a erradicar a opressão.
Em resumo:
O poema erige-se como uma expressão apaixonada contra a limitação e a negação, advogando firmemente pela autonomia, a liberdade e a justiça.
(Página de transição / Próximo título)
Título sugerido por Graciela Fernández
Solidão (Soledad)
Na solidão dos meus
pensamentos
encontro respostas para
as minhas interrogações
mas não quisera
tê-la sempre
embora às vezes seja
necessária
Em solidão vejo para além
do presente
íntimo com todas as
coisas havidas
e por vir, estimulo
a minha alma
e transbordo-a de
natureza
Solidão (Soledad)
Na solidão dos meus
pensamentos
encontro respostas para
as minhas interrogações
mas não quisera
tê-la sempre
embora às vezes seja
necessária
Em solidão vejo para além
do presente
íntimo com todas as
coisas havidas
e por vir, estimulo
a minha alma
e transbordo-a de
natureza
Desvaneço soluçando
até que aparece a
lua
e já não estou só
nela reflete-se a minha
amada vida
e até murmuras com a tua
luminescência
Solidão
asombras-me quando és
a minha melhor companhia
julgas-me, acalmas-me
e és fonte
inesgotável no meu frenesí
Solidão
já não és tal, já te
conheci
não estamos sós, és
a minha acústica
o meu diálogo sincero
já és, a minha necessidade...
***
Este poema explora a relação complexa e ambivalente do poeta com a solidão, desde a sua utilidade como espaço de introspeção até à sua transformação numa companhia necessária.
até que aparece a
lua
e já não estou só
nela reflete-se a minha
amada vida
e até murmuras com a tua
luminescência
Solidão
asombras-me quando és
a minha melhor companhia
julgas-me, acalmas-me
e és fonte
inesgotável no meu frenesí
Solidão
já não és tal, já te
conheci
não estamos sós, és
a minha acústica
o meu diálogo sincero
já és, a minha necessidade...
***
Este poema explora a relação complexa e ambivalente do poeta com a solidão, desde a sua utilidade como espaço de introspeção até à sua transformação numa companhia necessária.
A solidão como espaço de introspeção e conexão natural:
* Descreve a solidão como o refúgio onde encontra respostas às suas interrogações e consegue conectar profundamente com a natureza e a essência da vida.
A solidão como companhia e inspiração:
* O aparecimento da lua dissipa o isolamento refletindo a amada; assim, a solidão metamorfoseia-se na melhor companhia, fonte de calma e manancial inesgotável de criatividade.
* Descreve a solidão como o refúgio onde encontra respostas às suas interrogações e consegue conectar profundamente com a natureza e a essência da vida.
A solidão como companhia e inspiração:
* O aparecimento da lua dissipa o isolamento refletindo a amada; assim, a solidão metamorfoseia-se na melhor companhia, fonte de calma e manancial inesgotável de criatividade.
A transformação da solidão:
* Conclui aceitando-a plenamente não como vazio, mas como uma acústica e um diálogo sincero que se tornaram indispensáveis.
Em resumo:
O poema oferece uma visão madura e matizada da solidão, reconhecendo a sua utilidade reflexiva e a sua profunda capacidade para se converter numa companhia essencial.
* Conclui aceitando-a plenamente não como vazio, mas como uma acústica e um diálogo sincero que se tornaram indispensáveis.
Em resumo:
O poema oferece uma visão madura e matizada da solidão, reconhecendo a sua utilidade reflexiva e a sua profunda capacidade para se converter numa companhia essencial.
Título sugerido por María Rosa Parra
Pétalas (Pétalos)
O de uma rosa
tão suave e terno como a tua pele
Pétalas
transformadas em perfume
é a tua fragrância de mulher
A flor abre as suas pétalas cada manhã
para nos mostrar a sua cor
adornando o jardim do amor
Em pradarias e formação
são fontes de vida e reflexos do sol
Pétalas
que se movem ao sabor da brisa
como orquestra dirigida pelo diretor
seguindo no seu passo o grande astro sol
Pétalas (Pétalos)
O de uma rosa
tão suave e terno como a tua pele
Pétalas
transformadas em perfume
é a tua fragrância de mulher
A flor abre as suas pétalas cada manhã
para nos mostrar a sua cor
adornando o jardim do amor
Em pradarias e formação
são fontes de vida e reflexos do sol
Pétalas
que se movem ao sabor da brisa
como orquestra dirigida pelo diretor
seguindo no seu passo o grande astro sol
Pétalas
manjar do caracol
e pétalas que entre os meus livros se secou
E pergunto-me eu,
porque quando vem a noite
a pétala encolheu-se?
Será que teme a lua,
que não quer ver as estrelas
ou algum trauma temprano o assolou?
Flor, mostra as tuas pétalas na noite
que à luz da lua as quero beijar...
***
Este poema celebra a beleza e a fragilidade das pétalas, utilizando-as como metáfora para explorar temas como o amor, a natureza, a feminilidade e o mistério.
manjar do caracol
e pétalas que entre os meus livros se secou
E pergunto-me eu,
porque quando vem a noite
a pétala encolheu-se?
Será que teme a lua,
que não quer ver as estrelas
ou algum trauma temprano o assolou?
Flor, mostra as tuas pétalas na noite
que à luz da lua as quero beijar...
***
Este poema celebra a beleza e a fragilidade das pétalas, utilizando-as como metáfora para explorar temas como o amor, a natureza, a feminilidade e o mistério.
As pétalas como símbolo de beleza, feminilidade e natureza:
* Compara a tersura da pétala com a pele da amada e a sua fragrância com a essência da mulher, enquadrando o seu desdobramento diurno como fonte de vida ao compasso do sol.
Fragilidade e mistério noturno:
* Reconhece a sua vulnerabilidade ao ser manjar de caracoles ou secar-se entre livros, e questiona o encerramento noturno da flor, concluindo com um desejo de beijá-la à luz da lua.
* Compara a tersura da pétala com a pele da amada e a sua fragrância com a essência da mulher, enquadrando o seu desdobramento diurno como fonte de vida ao compasso do sol.
Fragilidade e mistério noturno:
* Reconhece a sua vulnerabilidade ao ser manjar de caracoles ou secar-se entre livros, e questiona o encerramento noturno da flor, concluindo com um desejo de beijá-la à luz da lua.
Em resumo:
O poema utiliza a imagem das pétalas para refletir sobre a delicadeza, o encanto e o mistério da existência, prestando tributo tanto ao seu esplendor sob o sol como à sua magia noturna.
O poema utiliza a imagem das pétalas para refletir sobre a delicadeza, o encanto e o mistério da existência, prestando tributo tanto ao seu esplendor sob o sol como à sua magia noturna.
Título sugerido por Wilfredo Dorador
Liberdade (Libertad)
Palavra
que carrega tanta dor e necessidade
Vamos,
cautos do mundo
liberdade
a quem não a tem
liberdade
de expressão com respeito
liberdade
a presos por terem diferente ideologia
Liberdade
é, não só uma palavra, é direito
É
parte importante da vida do indivíduo
que
pode transitar livre pelas calçadas
e
manifestar-se sem medo de nada
Liberdade (Libertad)
Palavra
que carrega tanta dor e necessidade
Vamos,
cautos do mundo
liberdade
a quem não a tem
liberdade
de expressão com respeito
liberdade
a presos por terem diferente ideologia
Liberdade
é, não só uma palavra, é direito
É
parte importante da vida do indivíduo
que
pode transitar livre pelas calçadas
e
manifestar-se sem medo de nada
Liberdade
tampouco
a tem quem a limita
Não é
livre quem com o poder
retira
a liberdade à sociedade
Não é
livre quem manifesta a liberdade
como
“libertinagem” desfigurando o verdadeiro significado
dela
irresponsavelmente
Há,
a liberdade de escolher
mas
nem sempre...
***
Este poema reflete sobre a complexidade da liberdade, explorando o seu significado a partir de diferentes perspectivas e questionando a sua verdadeira natureza.
tampouco
a tem quem a limita
Não é
livre quem com o poder
retira
a liberdade à sociedade
Não é
livre quem manifesta a liberdade
como
“libertinagem” desfigurando o verdadeiro significado
dela
irresponsavelmente
Há,
a liberdade de escolher
mas
nem sempre...
***
Este poema reflete sobre a complexidade da liberdade, explorando o seu significado a partir de diferentes perspectivas e questionando a sua verdadeira natureza.
A liberdade como direito fundamental e a sua dolorosa ausência:
* Começa vinculando a liberdade com o sofrimento daqueles que não a possuem, exigindo expressão, respeito e a libertação de presos por motivos ideológicos como um direito inerente à vida.
Os limites da opressão e da libertinagem:
* Denuncia que os tiranos que coartam a liberdade alheia tampouco são livres, e rejeita a libertinagem irresponsável que distorce o seu autêntico valor.
* Começa vinculando a liberdade com o sofrimento daqueles que não a possuem, exigindo expressão, respeito e a libertação de presos por motivos ideológicos como um direito inerente à vida.
Os limites da opressão e da libertinagem:
* Denuncia que os tiranos que coartam a liberdade alheia tampouco são livres, e rejeita a libertinagem irresponsável que distorce o seu autêntico valor.
Em resumo:
O poema oferece uma visão profunda e complexa da liberdade, reconhecendo o seu caráter de direito fundamental indispensável ao mesmo tempo que adverte sobre os perigos do seu abuso e as limitações reais da escolha.
O poema oferece uma visão profunda e complexa da liberdade, reconhecendo o seu caráter de direito fundamental indispensável ao mesmo tempo que adverte sobre os perigos do seu abuso e as limitações reais da escolha.
Título sugerido por Nora Medan
Simples
Simplificamos
muitas vezes
um
simples dor de cabeça
que
pode ser manifesto de doença
Vemos
a vida de maneira simples
e não nos metemos de cheio
a
torná-la complexa
porque
sempre a simplicidade
será
matéria que necessariamente
não nos
complica
Simples
Simplificamos
muitas vezes
um
simples dor de cabeça
que
pode ser manifesto de doença
Vemos
a vida de maneira simples
e não nos metemos de cheio
a
torná-la complexa
porque
sempre a simplicidade
será
matéria que necessariamente
não nos
complica
Simplifica
a tua vida, quando é complicada
é
como formatar a alma
ou
ordená-la, desfragmentá-la
elementos
informáticos aplicados
ao ser
humano
mas
melhor é a tua mente que tudo pode
Simples
é: a minha escrita e o meu desejo.
***
Este poema reflete sobre a importância da simplicidade na vida, contrastando-a com a tendência humana a complicar as coisas.
a tua vida, quando é complicada
é
como formatar a alma
ou
ordená-la, desfragmentá-la
elementos
informáticos aplicados
ao ser
humano
mas
melhor é a tua mente que tudo pode
Simples
é: a minha escrita e o meu desejo.
***
Este poema reflete sobre a importância da simplicidade na vida, contrastando-a com a tendência humana a complicar as coisas.
A simplicidade, a saúde e a escolha de vida:
* Adverte sobre os riscos de minimizar sintomas como uma dor de cabeça, ao mesmo tempo que propõe a simplicidade como uma escolha consciente para evitar complicações desnecessárias.
A cura e a essência:
* Compara a simplificação com desfragmentar a alma através da mente e conclui consagrando a simplicidade como a essência mesma da escrita e do desejo do poeta.
* Adverte sobre os riscos de minimizar sintomas como uma dor de cabeça, ao mesmo tempo que propõe a simplicidade como uma escolha consciente para evitar complicações desnecessárias.
A cura e a essência:
* Compara a simplificação com desfragmentar a alma através da mente e conclui consagrando a simplicidade como a essência mesma da escrita e do desejo do poeta.
Em resumo:
O poema celebra a simplicidade como uma forma de vida sábia, um método para ordenar o espírito e uma ferramenta poderosa para alcançar a paz interior.
O poema celebra a simplicidade como uma forma de vida sábia, um método para ordenar o espírito e uma ferramenta poderosa para alcançar a paz interior.
Título sugerido por Cristina Dorador
Atmosfera (Atmósfera)
A da
terra, a mais contaminada
“Presenteia-se
uma atmosfera estranha”
quando
o lugar encerra algo negativo
Atmosfera
que
rodeia a terra
a
protege e encerra
Vista
do céu redonda e bela
para
atravessá-la é de fogo
Atmosfera (Atmósfera)
A da
terra, a mais contaminada
“Presenteia-se
uma atmosfera estranha”
quando
o lugar encerra algo negativo
Atmosfera
que
rodeia a terra
a
protege e encerra
Vista
do céu redonda e bela
para
atravessá-la é de fogo
Até
poderia dizer-se de uma amada
que a sua
atmosfera encerra
tudo
o quão bela é
que a minha
nave espiritual é a única
que a sua
ardente camada atravessará
Atmosfera
e a sua
camada de ozono
que
detém os raios UV
necessária
para a vida no planeta
que
quase não se vê.
poderia dizer-se de uma amada
que a sua
atmosfera encerra
tudo
o quão bela é
que a minha
nave espiritual é a única
que a sua
ardente camada atravessará
Atmosfera
e a sua
camada de ozono
que
detém os raios UV
necessária
para a vida no planeta
que
quase não se vê.
Atmosfera
não é
necessário acariciá-la
mas
sim, a partir da terra cuidá-la.
***
Este poema explora a atmosfera a partir de múltiplas perspectivas, desde a sua realidade física e a sua importância para a vida na Terra, até ao seu uso metafórico para descrever a essência de uma pessoa amada.
A atmosfera terrestre, a poluição e a sua função protetora:
* Começa alertando sobre a poluição do ar e apontando a atmosfera como um escudo vital que rodeia o planeta, deteniendo os raios UV através da sua camada de ozono.
não é
necessário acariciá-la
mas
sim, a partir da terra cuidá-la.
***
Este poema explora a atmosfera a partir de múltiplas perspectivas, desde a sua realidade física e a sua importância para a vida na Terra, até ao seu uso metafórico para descrever a essência de uma pessoa amada.
A atmosfera terrestre, a poluição e a sua função protetora:
* Começa alertando sobre a poluição do ar e apontando a atmosfera como um escudo vital que rodeia o planeta, deteniendo os raios UV através da sua camada de ozono.
A atmosfera como metáfora e o apelo à responsabilidade:
* Transfere o conceito para descrever a essência ardente e bela da amada e conclui com um apelo imperativo a cuidar dela a partir da terra.
Em resumo:
O poema oferece uma visão rica e multifacetada da atmosfera, unindo o seu valor ecológico indispensável com a sua profunda ressonância poética e metafórica.
* Transfere o conceito para descrever a essência ardente e bela da amada e conclui com um apelo imperativo a cuidar dela a partir da terra.
Em resumo:
O poema oferece uma visão rica e multifacetada da atmosfera, unindo o seu valor ecológico indispensável com a sua profunda ressonância poética e metafórica.
Título sugerido por Dalia Ruiz Lidid
Vazio (Vacío)
Caer
ao vazio
fisicamente
ou a partir da mente
Vazio
a
água do cântaro, fresca e cristalina
nos teus
pés cansados
e encho o copo de barro
para
que bebas ao meu lado
Vazio
está
o ser humano
aquele
que vê tudo quadrado
que
só tem cheios os bolsos
com o
atesorado
Vazio (Vacío)
Caer
ao vazio
fisicamente
ou a partir da mente
Vazio
a
água do cântaro, fresca e cristalina
nos teus
pés cansados
e encho o copo de barro
para
que bebas ao meu lado
Vazio
está
o ser humano
aquele
que vê tudo quadrado
que
só tem cheios os bolsos
com o
atesorado
Esvazio
a minha
vida e volto a enchê-la
etapas
cumpridas e vou-me ao mar
porque
ali entre as ondas e sereias
nunca
vazio vou encontrar
Esvazio
os meus olhos em ti com os meus anseios de amar
Esvazio
as minhas mãos no teu corpo ao tocar
Esvazio
o meu êxtase convencido de ti
Vazio
está o teu ventre
até
que o encha de mim...
a minha
vida e volto a enchê-la
etapas
cumpridas e vou-me ao mar
porque
ali entre as ondas e sereias
nunca
vazio vou encontrar
Esvazio
os meus olhos em ti com os meus anseios de amar
Esvazio
as minhas mãos no teu corpo ao tocar
Esvazio
o meu êxtase convencido de ti
Vazio
está o teu ventre
até
que o encha de mim...
***
Este poema explora o conceito do vazio a partir de múltiplas perspectivas, desde o vazio físico e mental até ao vazio existencial e emocional.
O vazio físico, a generosidade e o vazio existencial:
* Começa com a queda e o esvaziar do cântaro para saciar o fatigado, contrastando com a crítica ao ser humano materialista e de mente quadrada com os bolsos cheios.
Este poema explora o conceito do vazio a partir de múltiplas perspectivas, desde o vazio físico e mental até ao vazio existencial e emocional.
O vazio físico, a generosidade e o vazio existencial:
* Começa com a queda e o esvaziar do cântaro para saciar o fatigado, contrastando com a crítica ao ser humano materialista e de mente quadrada com os bolsos cheios.
Renovação no mar e o vazio do amor:
* Descreve a busca de plenitude em frente ao mar e culmina entregando os sentidos ao amor, volcando os anseios, o tato e o corpo na união com o ser amado.
Em resumo:
O poema oferece uma visão polifacética do vazio, reconhecendo a sua presença na existência e explorando como se transforma e transcende através da doação, da natureza e da paixão.
* Descreve a busca de plenitude em frente ao mar e culmina entregando os sentidos ao amor, volcando os anseios, o tato e o corpo na união com o ser amado.
Em resumo:
O poema oferece uma visão polifacética do vazio, reconhecendo a sua presença na existência e explorando como se transforma e transcende através da doação, da natureza e da paixão.
Título sugerido por Adriana Aravena
Nitidez / Claridade (Nitidez)
O mais
belo, nitidez do teu olhar
porque
ali conflui a tua verdade desde a alma
e
enche o meu espírito de ti
com
uma devoção desesperada e frenética
e derramo-me
em ti intimado nos teus olhos
exclamando
com doçura a tua beleza,
minha
amada
Nitidez
tudo
aclareia
o
leito do rio, a luminosidade da lua
o olho
avizor a partir do nada
Nitidez / Claridade (Nitidez)
O mais
belo, nitidez do teu olhar
porque
ali conflui a tua verdade desde a alma
e
enche o meu espírito de ti
com
uma devoção desesperada e frenética
e derramo-me
em ti intimado nos teus olhos
exclamando
com doçura a tua beleza,
minha
amada
Nitidez
tudo
aclareia
o
leito do rio, a luminosidade da lua
o olho
avizor a partir do nada
Nítido
vejo o horizonte e o sol que se esconde
até
nítida a brisa que avança sem pressa
Nitidez
depois
de afastado o barro
depois
das águas turvas
depois
de translúcido o vidro
Até
nitidez no teu atuar
limpo,
claro e puro
Nítido
o caminho
para que transites
no seu brilho.
vejo o horizonte e o sol que se esconde
até
nítida a brisa que avança sem pressa
Nitidez
depois
de afastado o barro
depois
das águas turvas
depois
de translúcido o vidro
Até
nitidez no teu atuar
limpo,
claro e puro
Nítido
o caminho
para que transites
no seu brilho.
***
Este poema celebra a nitidez como qualidade essencial, tanto no olhar do ser amado como na natureza e nas ações humanas.
A nitidez no olhar e na natureza:
* Começa exaltando a verdade que emana dos olhos da amada e estende-se à clareza diáfana do rio, da lua, do horizonte e da brisa.
Este poema celebra a nitidez como qualidade essencial, tanto no olhar do ser amado como na natureza e nas ações humanas.
A nitidez no olhar e na natureza:
* Começa exaltando a verdade que emana dos olhos da amada e estende-se à clareza diáfana do rio, da lua, do horizonte e da brisa.
A purificação e a clareza no atuar:
* Associa a nitidez com a superação das águas turvas e do barro, coroando-a com a pureza e limpeza das ações humanas e do caminho a percorrer.
Em resumo:
O poema consagra a nitidez como uma força que ilumina, aclara e purifica a existência, abrangendo o amor, a paisagem e a conduta humana.
* Associa a nitidez com a superação das águas turvas e do barro, coroando-a com a pureza e limpeza das ações humanas e do caminho a percorrer.
Em resumo:
O poema consagra a nitidez como uma força que ilumina, aclara e purifica a existência, abrangendo o amor, a paisagem e a conduta humana.
Título sugerido por Inés Quilez
Magia
A
vida é magia quando te toca bela
quando
caminas por aí e encontras
tantos
seres humanos que valem a pena
Magia
há no
jardim de flores sempre belas
e um
beijo acompanhado pelas estrelas
Magia
há no
arrozal que floresce na primavera
e dá
fruto temprano desde a terra
Magia
A
vida é magia quando te toca bela
quando
caminas por aí e encontras
tantos
seres humanos que valem a pena
Magia
há no
jardim de flores sempre belas
e um
beijo acompanhado pelas estrelas
Magia
há no
arrozal que floresce na primavera
e dá
fruto temprano desde a terra
Magia
no
amor, porque também é mágico
dele,
extrai-se a ilusão
aparece um amor
e desaparece a dor
Magia
interpretada
como o mistério
daquilo
que de repente nasceu
e não tem
aparente explicação
Magia
entre
dois, quando é total determinação
de vivê-lo sincronizado o momento
e no limiar do tormento
voltar
a vivê-lo como magia de dois.
no
amor, porque também é mágico
dele,
extrai-se a ilusão
aparece um amor
e desaparece a dor
Magia
interpretada
como o mistério
daquilo
que de repente nasceu
e não tem
aparente explicação
Magia
entre
dois, quando é total determinação
de vivê-lo sincronizado o momento
e no limiar do tormento
voltar
a vivê-lo como magia de dois.
***
Este poema celebra a magia nas suas diversas manifestações, desde a beleza da vida quotidiana até à intensidade do amor e ao mistério do inexplicável.
A magia quotidiana, a natureza e a fertilidade:
* Começa reconhecendo a magia nos encontros fortuitos com seres valiosos, estendendo-a em direção aos jardins floridos, às estrelas e à abundância da terra.
Este poema celebra a magia nas suas diversas manifestações, desde a beleza da vida quotidiana até à intensidade do amor e ao mistério do inexplicável.
A magia quotidiana, a natureza e a fertilidade:
* Começa reconhecendo a magia nos encontros fortuitos com seres valiosos, estendendo-a em direção aos jardins floridos, às estrelas e à abundância da terra.
A magia no amor e a conexão humana:
* Destaca o poder do amor para apagar a dor, interpreta a magia como um mistério inexplicável e conclui celebrando a sincronia e cumplicidade entre duas pessoas perante o tormento.
Em resumo:
O poema consagra a magia como uma força luminosa presente na existência, capaz de transformar a realidade e enchê-la de beleza, amor e assombro.
* Destaca o poder do amor para apagar a dor, interpreta a magia como um mistério inexplicável e conclui celebrando a sincronia e cumplicidade entre duas pessoas perante o tormento.
Em resumo:
O poema consagra a magia como uma força luminosa presente na existência, capaz de transformar a realidade e enchê-la de beleza, amor e assombro.
Título sugerido por Ricardo Arregui Gnatiuk
Filhos (Hijos)
O
gosto de fazê-los
a
alegria de tê-los
a
felicidade de vivê-los
Filhos
do
amor
que já
caminam pelas suas próprias pegadas
Filhos
que se
foram deixando a dor
Filhos
da
terra, árvores, plantas e animais
verdadeiros
filhos,
que
nunca empunharam uma arma
Filhos (Hijos)
O
gosto de fazê-los
a
alegria de tê-los
a
felicidade de vivê-los
Filhos
do
amor
que já
caminam pelas suas próprias pegadas
Filhos
que se
foram deixando a dor
Filhos
da
terra, árvores, plantas e animais
verdadeiros
filhos,
que
nunca empunharam uma arma
Filhos
cães,
gatos que acompanham
mais
que o humano, fiéis, leais a cada instante
Filhos
benditos
os de
sempre que amam os seus pais
que
recordam
e
estão presentes nas suas vidas terminais
Filhos
que
nunca tive, pelo menos biológicos,
de
sangue
mas,
conheci aos milhares
e chamaram-me:
pai, amigo, irmão...
cães,
gatos que acompanham
mais
que o humano, fiéis, leais a cada instante
Filhos
benditos
os de
sempre que amam os seus pais
que
recordam
e
estão presentes nas suas vidas terminais
Filhos
que
nunca tive, pelo menos biológicos,
de
sangue
mas,
conheci aos milhares
e chamaram-me:
pai, amigo, irmão...
***
Este poema explora a parentalidade a partir de uma perspectiva ampla e afetuosa, abrangendo tanto os filhos biológicos como aqueles que se tornam filhos por escolha e amor.
A alegria da parentalidade e a dor da partida:
* Começa celebrando o prazer de conceber e viver os filhos, refletindo tanto a sua independência no caminho como a dor nostálgica que deixa a sua partida.
Este poema explora a parentalidade a partir de uma perspectiva ampla e afetuosa, abrangendo tanto os filhos biológicos como aqueles que se tornam filhos por escolha e amor.
A alegria da parentalidade e a dor da partida:
* Começa celebrando o prazer de conceber e viver os filhos, refletindo tanto a sua independência no caminho como a dor nostálgica que deixa a sua partida.
Os filhos da Terra, os animais e a parentalidade escolhida:
* Alarga o conceito em direção à natureza e aos animais inocentes e leais, concluindo com uma bela reflexão sobre a parentalidade afetiva que transcende o sangue e se multiplica por milhares.
Em resumo:
O poema oferece uma visão inclusiva e comovente da família, prestando tributo ao amor incondicional que une os seres para além dos limites biológicos.
* Alarga o conceito em direção à natureza e aos animais inocentes e leais, concluindo com uma bela reflexão sobre a parentalidade afetiva que transcende o sangue e se multiplica por milhares.
Em resumo:
O poema oferece uma visão inclusiva e comovente da família, prestando tributo ao amor incondicional que une os seres para além dos limites biológicos.
Título sugerido por Cristina Labat
Ternura
Que
palavra mais terna, de amor e essência
A
ternura é tão profunda,
tão
ampla e adorável
O teu
rosto no meu ombro,
acariciando
as tuas bochechas
Os meus
lábios roçando os teus suavemente
Os meus
olhos acariciados no teu olhar
As minhas
mãos tomando as tuas
Ternura
Que
palavra mais terna, de amor e essência
A
ternura é tão profunda,
tão
ampla e adorável
O teu
rosto no meu ombro,
acariciando
as tuas bochechas
Os meus
lábios roçando os teus suavemente
Os meus
olhos acariciados no teu olhar
As minhas
mãos tomando as tuas
Ternura
é
sinónimo de ti,
porque
de ternura estás feita
porque
me estimulas com a tua suave
e
terna voz
És
de ternura bondosa
e ficas
para sempre nos meus sonhos
harmonizando
o meu plácido dormir
é
sinónimo de ti,
porque
de ternura estás feita
porque
me estimulas com a tua suave
e
terna voz
És
de ternura bondosa
e ficas
para sempre nos meus sonhos
harmonizando
o meu plácido dormir
Elogio
a tua ternura
que
germina e contamina a minha alma
Fertilizada
continua a crescer e vai-se unindo
para ficar
até inclusive
depois
da morte.
***
Este poema é uma ode à ternura, explorando a sua profundidade, a sua essência e o seu poder transformador.
A ternura como essência e proximidade física:
* Começa definindo a ternura como uma profunda expressão de amor e retrata-a nos gestos mais delicados do contacto e do olhar partilhado.
a tua ternura
que
germina e contamina a minha alma
Fertilizada
continua a crescer e vai-se unindo
para ficar
até inclusive
depois
da morte.
***
Este poema é uma ode à ternura, explorando a sua profundidade, a sua essência e o seu poder transformador.
A ternura como essência e proximidade física:
* Começa definindo a ternura como uma profunda expressão de amor e retrata-a nos gestos mais delicados do contacto e do olhar partilhado.
A ternura nos sonhos e a sua transcendência:
* Vincula-a à voz e aos sonhos que harmonizam o descanso, concluindo com um elogio à sua força vital que germina na alma e perdura para além da morte.
Em resumo:
O poema celebra a ternura como uma qualidade essencial e luminosa do amor, capaz de transformar o espírito e transcender o tempo.
* Vincula-a à voz e aos sonhos que harmonizam o descanso, concluindo com um elogio à sua força vital que germina na alma e perdura para além da morte.
Em resumo:
O poema celebra a ternura como uma qualidade essencial e luminosa do amor, capaz de transformar o espírito e transcender o tempo.
Título sugerido por Carolina Grekin Garfunkel
Confiança
Não se
pode dar a qualquer um
ou a
qualquer coisa
Porque
um artefato,
pode
produzir desconfiança
no seu
funcionamento...
e se
se trata de seres humanos,
a
confiança é matéria difícil
Há
pois, os de “absoluta confiança”
e
quem a tiver em alguém, bendito está
Confiança
Não se
pode dar a qualquer um
ou a
qualquer coisa
Porque
um artefato,
pode
produzir desconfiança
no seu
funcionamento...
e se
se trata de seres humanos,
a
confiança é matéria difícil
Há
pois, os de “absoluta confiança”
e
quem a tiver em alguém, bendito está
e mais,
aquele que é “Digno de confiança”
Essa
escala valórica
muitas
vezes está condicionada
a tal
confiança que se sinta
por um
semelhante.
Confiança
em que
o vento mude e possa navegar
em que
a chuva pare e deixe de inundar
em que
quem me ama, o faça de verdade
aquele que é “Digno de confiança”
Essa
escala valórica
muitas
vezes está condicionada
a tal
confiança que se sinta
por um
semelhante.
Confiança
em que
o vento mude e possa navegar
em que
a chuva pare e deixe de inundar
em que
quem me ama, o faça de verdade
Depois
da confiança vem a traição
e posiciona-se
a desconfiança para sempre
“Traicionaste
a minha confiança”
Não
merecerás ser, digna (o)
da minha
confiança...
***
Este poema reflete sobre a natureza complexa e delicada da confiança, explorando as suas diferentes dimensões e as consequências da sua perda.
A dificuldade de otorgar confiança e a sua escala valórica:
* Começa por advertir que a confiança não se entrega de ânimo leve nem aos objetos nem a qualquer um, destacando o valor supremo de encontrar alguém "digno de confiança".
da confiança vem a traição
e posiciona-se
a desconfiança para sempre
“Traicionaste
a minha confiança”
Não
merecerás ser, digna (o)
da minha
confiança...
***
Este poema reflete sobre a natureza complexa e delicada da confiança, explorando as suas diferentes dimensões e as consequências da sua perda.
A dificuldade de otorgar confiança e a sua escala valórica:
* Começa por advertir que a confiança não se entrega de ânimo leve nem aos objetos nem a qualquer um, destacando o valor supremo de encontrar alguém "digno de confiança".
A confiança no incerto e a sombra da traição:
* Explora a fé nas mudanças da natureza e na verdade do amor, para culminar com a dor da traição que instala a desconfiança de maneira permanente.
Em resumo:
O poema oferece um olhar lúcido e profundo sobre a confiança, exaltando o seu valor ao mesmo tempo que adverte sobre a sua extrema fragilidade perante o engano.
* Explora a fé nas mudanças da natureza e na verdade do amor, para culminar com a dor da traição que instala a desconfiança de maneira permanente.
Em resumo:
O poema oferece um olhar lúcido e profundo sobre a confiança, exaltando o seu valor ao mesmo tempo que adverte sobre a sua extrema fragilidade perante o engano.
Título sugerido por Ada Barcelo
Plenitude
Eu a tenho
sentido tantas vezes
na
plenitude da felicidade
momentos
plenos, cheios de amor e paixão.
Na
plenitude da minha vida estou sempre
Na
plenitude da minha alma,
armazenando
a beleza
descobrindo
trilhos entre arboledas
Uma
cascata de branca cabeleira
Um
corcel empinado
com
as suas crinas crestadas
Plenitude
Eu a tenho
sentido tantas vezes
na
plenitude da felicidade
momentos
plenos, cheios de amor e paixão.
Na
plenitude da minha vida estou sempre
Na
plenitude da minha alma,
armazenando
a beleza
descobrindo
trilhos entre arboledas
Uma
cascata de branca cabeleira
Um
corcel empinado
com
as suas crinas crestadas
Plenitude
a
razão de ser plenamente feliz
em
variados campos da mente
quanto
mais plenitude, mais felicidade
Depende
da qualidade
e até do dinheiro em quantidade
mas
verdadeiramente
é a
capacidade de ser felizes
e em
todo o âmbito, realizar e amar.
***
Este poema explora o conceito de plenitud a partir de uma perspectiva pessoal e subjetiva, abrangendo tanto momentos de felicidade intensa como uma sensação constante de bem-estar na vida.
a
razão de ser plenamente feliz
em
variados campos da mente
quanto
mais plenitude, mais felicidade
Depende
da qualidade
e até do dinheiro em quantidade
mas
verdadeiramente
é a
capacidade de ser felizes
e em
todo o âmbito, realizar e amar.
***
Este poema explora o conceito de plenitud a partir de uma perspectiva pessoal e subjetiva, abrangendo tanto momentos de felicidade intensa como uma sensação constante de bem-estar na vida.
A plenitude como experiência emocional e estado vital:
* Começa por vincular a plenitude a instantes de amor e paixão desbordantes, elevando-a depois a um estado permanente onde a alma atesora a beleza da natureza e das paisagens.
Felicidade, fatores materiais e capacidade de amar:
* Relaciona diretamente a plenitude com a felicidade mental, reconhecendo condicionantes externos mas concluindo que o essencial reside na capacidade genuína de realizar e amar.
* Começa por vincular a plenitude a instantes de amor e paixão desbordantes, elevando-a depois a um estado permanente onde a alma atesora a beleza da natureza e das paisagens.
Felicidade, fatores materiais e capacidade de amar:
* Relaciona diretamente a plenitude com a felicidade mental, reconhecendo condicionantes externos mas concluindo que o essencial reside na capacidade genuína de realizar e amar.
Em resumo:
O poema celebra a plenitude como um estado superior de bem-estar existencial, alcançado através da harmonia interior, do amor e da realização pessoal.
O poema celebra a plenitude como um estado superior de bem-estar existencial, alcançado através da harmonia interior, do amor e da realização pessoal.
Título sugerido por Carlos Arboleda
Nada
Nada
há no deserto,
seco e
árido está tudo morto
Nada
viu quem disse isto,
é que
não viu com a alma
e há
vezes em que nada é tudo
basta
olhar para além de uma palavra
Nada
na
vida é por nada
tudo
é por algo e o nada é banido
Nada
Nada
há no deserto,
seco e
árido está tudo morto
Nada
viu quem disse isto,
é que
não viu com a alma
e há
vezes em que nada é tudo
basta
olhar para além de uma palavra
Nada
na
vida é por nada
tudo
é por algo e o nada é banido
Nada
de nada, aseveramos,
nem a
mais mínima possibilidade
quando
a alternativa continua a ser,
o
tudo por nada
Nada
me influencia
e nada
persigo contigo
embora
quisera tê-lo tudo nada digo
Nada
me é indiferente,
tudo
tenho presente
de nada, aseveramos,
nem a
mais mínima possibilidade
quando
a alternativa continua a ser,
o
tudo por nada
Nada
me influencia
e nada
persigo contigo
embora
quisera tê-lo tudo nada digo
Nada
me é indiferente,
tudo
tenho presente
porque
fluo desde o meu afluente
em
diálogo permanente
e não
quisera estar ausente.
***
Este poema brinca com a paradoxo do "nada", explorando o seu significado a partir de diferentes perspectivas e questionando o seu aparente vazio.
A aparente nada do deserto e a sua paradoxo:
* Começa questionando a visão superficial do deserto como um páramo morto, revelando que com os olhos da alma o nada se pode converter em tudo para além das palavras.
fluo desde o meu afluente
em
diálogo permanente
e não
quisera estar ausente.
***
Este poema brinca com a paradoxo do "nada", explorando o seu significado a partir de diferentes perspectivas e questionando o seu aparente vazio.
A aparente nada do deserto e a sua paradoxo:
* Começa questionando a visão superficial do deserto como um páramo morto, revelando que com os olhos da alma o nada se pode converter em tudo para além das palavras.
Propósito existencial e consciência permanente:
* Afirma que na vida nada sucede por acaso e rejeita a indiferença, mantendo uma conexão lúcida e um diálogo constante com a existência.
Em resumo:
O poema utiliza o conceito do "nada" para desafiar as perceções convencionais, transformando o vazio num espaço de sentido profundo e presença vital.
* Afirma que na vida nada sucede por acaso e rejeita a indiferença, mantendo uma conexão lúcida e um diálogo constante com a existência.
Em resumo:
O poema utiliza o conceito do "nada" para desafiar as perceções convencionais, transformando o vazio num espaço de sentido profundo e presença vital.
Título sugerido por Issa Martínez
Incenso (Incienso)
Fragrância
milenar acesa nos desertos
Mirra,
Almíscar, Âmbar e Sândalo
resinas
aromáticas de ancestrais orientais
aromas
terapêuticos
religiosos
nas igrejas
Incenso
de
valor espiritual na China
e
Japão antigo
e
deidades Hindus
desde
os primeiros tempos
adorando
aos seus Deuses
purificando
os lugares santos
Incenso (Incienso)
Fragrância
milenar acesa nos desertos
Mirra,
Almíscar, Âmbar e Sândalo
resinas
aromáticas de ancestrais orientais
aromas
terapêuticos
religiosos
nas igrejas
Incenso
de
valor espiritual na China
e
Japão antigo
e
deidades Hindus
desde
os primeiros tempos
adorando
aos seus Deuses
purificando
os lugares santos
Incenso
a lombo
de camelos
atravessem
grandes distâncias
foram
testemunhas os beduínos, as areias
os
Oasis souberam das suas fragrâncias.
***
Este poema evoca a rica história e o significado espiritual do incenso, desde as suas origens nos desertos até ao seu uso em diversas culturas e religiões.
A fragrância milenar e as resinas ancestrais:
* Começa descrevendo o incenso e as suas preciosas resinas orientais como aromas terapêuticos e religiosos consagrados nas igrejas.
a lombo
de camelos
atravessem
grandes distâncias
foram
testemunhas os beduínos, as areias
os
Oasis souberam das suas fragrâncias.
***
Este poema evoca a rica história e o significado espiritual do incenso, desde as suas origens nos desertos até ao seu uso em diversas culturas e religiões.
A fragrância milenar e as resinas ancestrais:
* Começa descrevendo o incenso e as suas preciosas resinas orientais como aromas terapêuticos e religiosos consagrados nas igrejas.
Tradições espirituais e rotas comerciais:
* Destaca o seu valor sagrado no Oriente para adorar deidades e purificar recintos, evocando ao mesmo tempo as caravanas de camelos que cruzaram desertos e oásis transportando o seu aroma.
Em resumo:
O poema celebra o incenso como uma ponte histórica para a espiritualidade, a tradição e a memória viva da humanidade através dos séculos.
* Destaca o seu valor sagrado no Oriente para adorar deidades e purificar recintos, evocando ao mesmo tempo as caravanas de camelos que cruzaram desertos e oásis transportando o seu aroma.
Em resumo:
O poema celebra o incenso como uma ponte histórica para a espiritualidade, a tradição e a memória viva da humanidade através dos séculos.
(Página de transição / Próximo título)
Título sugerido por Willfrido Velázquez
Recolher (Recolectar)
As sementes que dão
vida
Recolher um sem fim
de coisas
que se unem em quantidade
e variedade
Recolhedor quem tem
admiração
por certos objetos
Numismático, das
moedas
Filatelia, de selos de
correios
Recolhe
os frutos no campo
os temporeros que
fazem o seu labor
desde cedo pela
manhã
até à queda da
tarde
Recolher (Recolectar)
As sementes que dão
vida
Recolher um sem fim
de coisas
que se unem em quantidade
e variedade
Recolhedor quem tem
admiração
por certos objetos
Numismático, das
moedas
Filatelia, de selos de
correios
Recolhe
os frutos no campo
os temporeros que
fazem o seu labor
desde cedo pela
manhã
até à queda da
tarde
Frutos que atravessarão os mares
para deleitar o paladar de outros povos
Recolher poesia
para que um dia nasça a tua obra
e seja partilhada.
***
Este poema explora o ato de recolher a partir de diversas perspectivas, abrangendo desde a recolha de objetos e frutos até à recolha de experiências e conhecimento.
A recolha vital e a diversidade de colecionadores:
* Começa com as sementes que dão vida e a acumulação variada, detalhando a paixão de numismáticos e filatelistas pelos seus tesouros particulares.
para deleitar o paladar de outros povos
Recolher poesia
para que um dia nasça a tua obra
e seja partilhada.
***
Este poema explora o ato de recolher a partir de diversas perspectivas, abrangendo desde a recolha de objetos e frutos até à recolha de experiências e conhecimento.
A recolha vital e a diversidade de colecionadores:
* Começa com as sementes que dão vida e a acumulação variada, detalhando a paixão de numismáticos e filatelistas pelos seus tesouros particulares.
A labor no campo e a colheita de poesia:
* Descreve o esforço dos temporeros no campo cujos frutos cruzam os mares, culminando com o convite a recolher poesia para que germine e se partilhe a obra própria.
Em resumo:
O poema celebra o ato de recolher como uma atividade humana essencial que une a subsistência material, a paixão cultural e a criação artística.
* Descreve o esforço dos temporeros no campo cujos frutos cruzam os mares, culminando com o convite a recolher poesia para que germine e se partilhe a obra própria.
Em resumo:
O poema celebra o ato de recolher como uma atividade humana essencial que une a subsistência material, a paixão cultural e a criação artística.
(Página de transição / Próximo título)
Título sugerido por María Luisa Ortiz
Síntese
Sintetizar a tua vida é
uma tarefa árdua
Sintetizamos
Para entregar um
aspeto geral
de algo escrito ou um
autor
Necessariamente não é
justo sintetizar
a tarefa de um autor
o qual resume às vezes
em demasia
todo o conteúdo do seu
trabalho
se isto fosse a única
maneira de saber dele
Síntese
Sintetizar a tua vida é
uma tarefa árdua
Sintetizamos
Para entregar um
aspeto geral
de algo escrito ou um
autor
Necessariamente não é
justo sintetizar
a tarefa de um autor
o qual resume às vezes
em demasia
todo o conteúdo do seu
trabalho
se isto fosse a única
maneira de saber dele
Também nos dará uma
síntese mais acotada
à importância deste
deixando de lado certas
palavras
que se explayarão mais
além na personagem
Em síntese: sou um
Poeta, isso dizem...
não sei se será certo,
mas, agrada-me escrever
Homem da terra, de
Isla Negra
chileno, do mundo
inteiro, isso...
em síntese...
***
Este poema reflete sobre a natureza da síntese, tanto no âmbito da vida pessoal como no da criação artística.
síntese mais acotada
à importância deste
deixando de lado certas
palavras
que se explayarão mais
além na personagem
Em síntese: sou um
Poeta, isso dizem...
não sei se será certo,
mas, agrada-me escrever
Homem da terra, de
Isla Negra
chileno, do mundo
inteiro, isso...
em síntese...
***
Este poema reflete sobre a natureza da síntese, tanto no âmbito da vida pessoal como no da criação artística.
A dificuldade e as limitações da síntese:
Este poema reflete sobre a natureza da síntese, tanto no âmbito da vida pessoal como no da criação artística. A dificuldade de sintetizar a vida: O poema começa reconhecendo a dificuldade de sintetizar a própria vida, sugerindo que é uma tarefa complexa e árdua. "Sintetizar a tua vida é uma tarefa árdua", mostra o quão difícil é a síntese. A síntese como ferramenta de resumo: Descreve-se a síntesis como uma ferramenta para oferecer uma visão geral de algo escrito ou de um autor. "Sintetizamos Para entregar um aspeto geral de algo escrito ou um autor", mostra a síntesis como ferramenta. As limitações da síntese: Sinaliza-se que a síntese pode ser injusta, já que frequentemente simplifica demasiado a obra de um autor e omite detalhes importantes. "Necessariamente não é justo sintetizar a tarefa de um autor o qual resume às vezes em demasia todo o conteúdo do seu trabalho se isto fosse a única maneira de saber dele", mostra as limitações da síntesis. A síntese como seleção do essencial: Reconhece-se que a síntese também pode ser útil para destacar os aspetos mais importantes de uma pessoa ou de uma obra, deixando de lado detalhes secundários. "Também nos dará uma síntese mais acotada à importância deste deixando de lado certas palavras que se explayarão mais além na personagem", mostra a síntesis como seleção. A síntese da identidade: O poema conclui com uma síntese da identidade do poeta, que se define como um homem da terra, de Isla Negra, chileno e cidadão do mundo. "Em síntese: sou um Poeta, isso dizem... não sei se será certo, mas, agrada-me escrever Homem da terra, de Isla Negra chileno, do mundo inteiro, isso... em síntese...", mostra a síntesis da identidade. Em resumo, o poema explora as complexidades da síntese, reconhecendo tanto a sua utilidade como as suas limitações, e concluindo com uma reflexão sobre a identidade pessoal.
Este poema reflete sobre a natureza da síntese, tanto no âmbito da vida pessoal como no da criação artística. A dificuldade de sintetizar a vida: O poema começa reconhecendo a dificuldade de sintetizar a própria vida, sugerindo que é uma tarefa complexa e árdua. "Sintetizar a tua vida é uma tarefa árdua", mostra o quão difícil é a síntese. A síntese como ferramenta de resumo: Descreve-se a síntesis como uma ferramenta para oferecer uma visão geral de algo escrito ou de um autor. "Sintetizamos Para entregar um aspeto geral de algo escrito ou um autor", mostra a síntesis como ferramenta. As limitações da síntese: Sinaliza-se que a síntese pode ser injusta, já que frequentemente simplifica demasiado a obra de um autor e omite detalhes importantes. "Necessariamente não é justo sintetizar a tarefa de um autor o qual resume às vezes em demasia todo o conteúdo do seu trabalho se isto fosse a única maneira de saber dele", mostra as limitações da síntesis. A síntese como seleção do essencial: Reconhece-se que a síntese também pode ser útil para destacar os aspetos mais importantes de uma pessoa ou de uma obra, deixando de lado detalhes secundários. "Também nos dará uma síntese mais acotada à importância deste deixando de lado certas palavras que se explayarão mais além na personagem", mostra a síntesis como seleção. A síntese da identidade: O poema conclui com uma síntese da identidade do poeta, que se define como um homem da terra, de Isla Negra, chileno e cidadão do mundo. "Em síntese: sou um Poeta, isso dizem... não sei se será certo, mas, agrada-me escrever Homem da terra, de Isla Negra chileno, do mundo inteiro, isso... em síntese...", mostra a síntesis da identidade. Em resumo, o poema explora as complexidades da síntese, reconhecendo tanto a sua utilidade como as suas limitações, e concluindo com uma reflexão sobre a identidade pessoal.