Bônus Moral
Isla Negra, Alfred Asís Chile
Edição, publicação Alfred Asís

Aviso:
Todas as partes deste livro,
incluindo o design da capa,
podem ser reproduzidas, armazenadas ou transmitidas
por meios elétricos, químicos, mecânicos,
ópticos, de gravação ou fotocópia,
respeitando o conteúdo e toda a sua estrutura.

Livre para impressão.
Se isso gerar recursos econômicos,
pede-se que sejam utilizados para a Literatura e a Cultura
em favor do desenvolvimento dos alunos
dos povos do mundo.

Isla Negra, 2026
poeta@alfredasis.cl
www.alfredasis.cl (©) 2024-S-507
Prólogo: A Voz da Terra
e a Urgência do Semelhantismo


Há geografias que não se conhecem
apenas através dos mapas,
mas através das pegadas indeléveis
de quem percorreu suas rotas durante décadas.

As páginas seguintes recolhem o pulso
de um Chile profundo e violado,
abalado hoje por uma realidade climática inédita.

Diante dessa tragédia,
surge um questionamento ineludível
sobre a responsabilidade do Estado
e o destino dos recursos públicos.
Enquanto as famílias perdem tudo sob a lama,
o aparato político e institucional
continua absorvendo
despesas astronômicas em privilégios.

O contraste é tão doloroso quanto evidente,
a escassez de recursos esbarra no peso
de um sistema ancorado no dogmatismo.

No entanto, este livro nasce
do testemunho vivo da coerência.
Ele nos lembra que as soluções reais
brotam da necessidade urgente
de refundar a política.

Aqui se ergue o convite para construir um caminho
guiado pelo Semelhantismo:
um chamado a pensar no povo
antes dos próprios interesses.
HOJE, AGOSTO DE 2026, PESSOALMENTE,
EU RENUNCIEI
AO BÔNUS DE 50 ANOS DE CASAMENTO
QUE SOMA APROXIMADAMENTE 500 DÓLARES,
E O DEIXO EXPRESSO AQUI,
PORQUE O CHILE PRECISA DISSO...
AS TEMPESTADES INÉDITAS NO NORTE
DEVASTARAM EXTENSOS TERRITÓRIOS,
PRIMEIRO NO NORTE CHICO
EM UMA EXTENSÃO DE CERCA DE 300 QUILÔMETROS DE COMPRIMENTO
E NO NORTE GRANDE
DE VALLENAR ATÉ ARICA
COM UMA EXTENSÃO DE 1.400 QUILÔMETROS DE COMPRIMENTO.
EU NÃO PODERIA RECEBER ESTE BÔNUS
DIANTE DE TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO.
DIANTE DA TRAGÉDIA, O CHILE PRECISA DE AÇÕES
E NÃO APENAS DE PALAVRAS...
Ações que faltam nas autoridades.
Vocação de Doação
Frente ao Desgaste Coletivo.

A história das nações não
costuma ser escrita apenas nas
grandes gestas dos salões
de poder, mas na silenciosa
consistência dos atos
cotidianos que encarnam o
verdadeiro sentido da comunidade.
Quando o ambiente é abalado
pela adversidade, emerge com
crueldade o abismo entre dois
mundos: aquele que observa o
sofrimento alheio a partir do
conforto dos privilégios
institucionalizados e aquele que
assume a dor do próximo como
um chamado ineludível à
ação e ao sacrifício.
As atribuições desproporcionadas,
as despesas destinadas a propósitos
ordinários e as altas dietas
que pesam fortemente sobre os cofres
públicos configuram um panorama
de assimetria.

A hemorragia financeira:
A manutenção de auxílios
para diárias, deslocamentos,
assessorias superdimensionadas
e recursos para bens de consumo
cotidiano nas mais altas esferas políticas
evidencia uma prioridade institucional
distanciada das urgências
da cidadania.

A erosão da confiança:
Quando os recursos públicos
se concentram no bem-estar de minorias,
o pacto social básico é enfraquecido.
Este modelo de indiferença
contrasta de forma radical
com a necessidade imperiosa
de uma ética do bem comum.
A urgência do território e a resposta
pelo exemplo.

As recentes catástrofes climáticas
demonstram que
as emergências humanitárias
exigem gestos que transcendam a retórica.
Diante da magnitude da tragédia,
qualquer benefício pessoal
torna-se eticamente indefensável.

Renúncia e coerência:
A decisão pessoal de recusar
um benefício econômico relevante — tal como o
equivalente a um bônus de trajetória conjugal—
ilustra a mais alta expressão de congruência
diante da dor alheia.
O valor do testemunho:
Ações desta natureza
agem como um farol moral
e um lembrete para aqueles que detêm
cotas de poder:
a verdadeira solidariedade não se proclama,
se exercita cedendo o que é próprio
em favor da reconstrução coletiva.

Um caminho rumo à transformação ética:
O contraste expuesto
aponta um caminho inegociável para a sociedade
e para aqueles que a conduzem.

A reconstrução de um país
não depende unicamente da
alocação técnica de orçamentos,
mas da recuperação de uma mística
de serviço baseada no lema
de estender a mão ao semelhante.
Frente ao desgaste dos privilégios,
a resposta mais poderosa
continua sendo o testemunho
da austeridade voluntária.

Alfred Asís
percorreu cada centímetro
dos territórios devastados pelas águas
da chuva deste inverno, viu
as necessidades, os povoados entre os morros,
as ravinas às vezes com fluxos de lama
que cortam estradas,
as águas da chuva que não são próprias
deste deserto seco,
o mais árido do planeta,
viu através de 30 anos de viagens
por todo o Chile, as necessidades das pessoas,
as casas de pau a pique, de madeira velha
encravadas sob as ravinas então secas.
O olhar de quem percorreu
durante três décadas cada canto do Chile
detém-se hoje sobre uma geografia
transformada pela água e pela urgência.

Num deserto considerado
como o mais árido do planeta,
a irrupção de chuvas atípicas e inéditas
alterou profundamente a paisagem.

A memória do território:
Ao longo de trinta anos
de trajetória e viagens constantes pelo país,
o testemunho acumulado expõe
uma realidade tão bela quanto vulnerável:
A paisagem alterada:

Zonas historicamente áridas
enfrentam precipitações e tempestades
incomuns.
A vulnerabilidade da habitação:
Comunidades inteiras, com moradias
tradicionais de adobe e madeira envelhecida,
encontram-se encravadas
sob o trajeto histórico de ravinas
que hoje agem com uma força destrutiva
sem precedentes.

O testemunho da estrada diante da tragédia:
Quem percorreu
palmo a palmo estes territórios
compreende que as necessidades
das pessoas não são abstratas,
mas rostos e lares expostos
às intempéries e ao isolamento.

Esta observação direta
confere uma perspectiva única sobre
o abandono e a urgência
de respostas estruturais.
A presença constante:
Percorrer as estradas do Chile
permite testemunhar o impacto
real das catástrofes além
dos números oficiais.

O contraste com o desinteresse:
Frente à crudeza destas
realidades — onde as famílias perdem tudo— torna-se evidente a
distância insustentável entre a
precariedade dos territórios e
os privilégios distantes.

Que aspectos tornar visíveis?
Minhas soluções imediatas são:
criar lagoas de retenção,
gerar um decreto de não
construção em zonas de risco
e cavar valas especiais que
afastem os cursos d'água das áreas povoadas.
Soluções Estruturais
Diante da Emergência Climática.

A experiência permite visualizar
soluções preventivas.
A urgência exige replanejar
o território sob eixos de mitigação:

Lagoas de retenção:
Criação de bacias de acumulação
e infiltração estrategicamente
localizadas para conter os volumes
excessivos de água
e evitar que transbordem sobre
os assentamentos habitados.

Valas de desvio:
Concepção e escavação de cursos d'água especiais
ou canais perimétricos
que interceptam e afastam
as correntes d'água e fluxos de lama
das áreas habitadas.
As ravinas têm memória
parece que os humanos, não

Decreto de não construção
em zonas de risco:
Estabelecimento de proibições legais restritas
que impeçam a residência
nas encostas de ravinas, leitos secos
e pontos vulneráveis contra cheias.

Estas obras devem ser priorizadas?
Embora sejam magistrais e enormes,
envolvem um gasto estratosférico
num Chile carente de recursos.
A geração de receitas
depende grandemente de impostos,
confrontando-nos com uma multidão
que não quer mais encargos
e onde, no fim, os avanços
acabam sendo mínimos.
O Paradoxo Financeiro
e o Limite do Crescimento.

O dilema exposto por
o estado atual dos cofres fiscais
reflete uma tensão profunda.

Por um lado, a urgência
de executar obras mostra-se inelutável
para a segurança; por outro,
o país enfrenta um limite
onde a arrecadação parece ter atingido
um ponto de saturação.

O peso da despesa e a assimetria:
A resistência fiscal é um fato.
Uma cidadania sobrecarregada
pelo custo de vida rejeita
legitimamente novos encargos,
sentindo que o peso recai
sempre sobre os mesmos ombros.
O contraste com o desperdício:

A frustração social se intensifica
ao constatar que, enquanto se argumenta
uma falta de recursos para a prevenção,
os orçamentos do Estado
absorvem despesas milionárias
em privilégios institucionais,
dietas elevadas e atribuições
supérfluas da classe política.

A estagnação do progresso:
Com uma arrecadação estagnada
pela fadiga tributária e um gasto
público voltado a manter
estruturas ineficientes,
as soluções reais
para os territórios vulneráveis
se reduzem a mínimos insuficientes.
Rumo à reorientação das
prioridades.

A saída para esta encruzilhada
não consiste em espremer uma sociedade
sobretaxada, mas em operar uma
profunda cirurgia na alocação
do erário nacional.
Se os recursos mal gastos
no aparelho político fossem redirecionados
para o investimento preventivo,
o país disporia do capital
necessário para erguer obras
de mitigação sem sufocar
a economia das famílias.

A realocação dos
orçamentos estatais atuais é suficiente
para financiar essas obras
prioritárias sem novos impostos?
Existe a forma e o desejo
de realocar orçamentos,
mas isso mostra-se trabalhoso,
pois esbarra nas classes políticas,
onde cada um pensa de forma diferente;
o que lhes convém mais para seus dogmas
será o que prevalecerá. As
gerações políticas agem
de acordo com suas crenças e não
segundo a lógica.

O Dogmatismo Político Frente à
Urgência do Realismo:
O grande obstáculo não é a falta de alternativas,
mas o peso dos dogmas partidários.
Frequentemente, operam
a partir de
ideologias rígidas,
subordinando o bem-estar das comunidades
aos seus próprios privilégios.
A Barreira dos Dogmas
Frente à Lógica.

A desconexão ideológica:
Enquanto se debate sob dogmas,
a realidade exige respostas pragmáticas.

O cálculo partidário:
A dificuldade para sanear o orçamento
reside no fato de que cada setor
defende suas cotas de poder,
fazendo com que qualquer reforma
seja lenta e frequentemente bloqueada.

A falta de bom senso:
Agir segundo crenças
em vez de responder à lógica
e às urgências de um país
atingido por emergências climáticas
aprofunda o fosso entre a classe dirigente
e as necessidades da nação.
Diante deste impasse,
como quebrar o recinto político
para alcançar decisões que respondam
às urgências do país?

A única maneira é criar
uma nova classe política,
dotada de uma educação cívica de alto nível,
que pense nos interesses do país
e não nos seus próprios;
que vote em quem vem criar mudanças,
tais como: acabar com os gastos excessivos
de um congresso sem limitações.

Precisamos de pessoas "Semelhantistas"
que pensem e ajam uma, duas e três vezes
pelo povo, antes
do que por si mesmas.
A necessidade de transformar
profundamente a ética
na função pública e colocar sempre em primeiro lugar o bem-estar da comunidade
é um apelo essencial para uma verdadeira
vocação de serviço.

Para aprofundar nos mecanismos
de participação cidadã,
na atuação das instituições do Estado
e nas vias para propor reformas
no âmbito da democracia chilena,
você pode consultar o portal
de
informação pública do Governo
do Chile ou consultar as
regulamentações de transparência e
probidade administradas pela
Controladoria Geral da
República do Chile.
Siembra de Asís
Siembra de Asís y Poetas del mundo
TODOS LIBRES PARA IMPRIMIR Y LEER EN:
https://www.alfredasis.cl/index_convocando.htm

Libros de Alfred Asís:
“Encuentro con Pablo Neruda”
“Fábrica de letras del alma”
“Cien cielos de Isla Negra”
“Poesía sensible y un cuento de gatos”
“El bosque en peligro”
“Hijos benditos”
“Chile Brasil Irmãs Poetas”
“Chile hecho Poesía”
¿Por qué Padre?
“Sensibilidades”
“Muchas cosas del alma”
“A mi tierra”
“Marcha por la paz”
“Dueto maravilloso”
Con Sandra Galante de Brasil
Siembra de Asís (Cont.)
“Almas desnudas, cuerpos ardientes”
con Astrid Sofía de Colombia
“Amor desde el alma”
Con Rossibel Ipanaqué de Perú
“Mensajes y poesía”
“Amor puro, puro amor”
“Mi paso por la patagonia chilena”
“Cosecha de Isla Negra”
“Gatos rescatados”
“Encuentro con Rapa Nui”
“Poesía y relato”
“Deseos ardientes”
“Gráfica poética I”
“Gráfica poética II”
“Gráfica poética III”
“Encuentro con César Vallejo”
“Del alma y de la tierra”
“Títulos sugeridos” Sugeridos por poetas
Siembra de Asís
“Epígrafes, frases y otros”
sugeridos por poetas
“Encuentro con Pablo Neruda, español-portugués”
“Puro amor, amor puro”
“Filosofía simple”
“Filosofando con las aves de Isla Negra”
“Espíritu de Isla Negra”
“Comportamientos”
“De mar a cordillera” con Yaky García
“Poesía a dos versos”
“Palabras Del alma”
“Cartas de amor”
“Primavera en tus ojos”
“Cuentitos reales de gatitos de Isla Negra”
“Reflexionando”
“La historia de Camil”
“Buenas enseñanzas y picardías”
Siembra de Asís
“Mensajes”
“Rapa Nui”
“Rumbo a lo incierto”
“Extinción o realidad”
“La historia del Michu”
“Un cuento de gatos”
“Peligro en el altiplano”
“Hamed”
“¿Qué?”
“Sueños intactos”
“Entre conciencia y alma”
“Alma de Chile”
“Homenaje a César Vallejo”
“Asís y Neruda”
“Gatitas hermanas”
“El Naturista antiguo de Santiago”
“El desierto desolado”
“Fabulitas de Asís”
“Asís Semejantista”
Asís y Neruda
“Homenaje a Pablo Neruda” en:
Audio-video y texto

https://www.alfredasis.cl/ASISYNERUDA.htm

Español, chino, inglés, holandés, noruego, danés, mapudungo, suajilis, quechua, rapa nui, griego, finlandés, turco, rumano, hindí, aymara, portugués, sueco, coreano, árabe, japonés, francés, alemán e italiano.

CANCIÓN Y POESÍA de Alfred Asís
Registro de Obra Literaria (libro) titulada: HOMENAJE A PABLO NERUDA. Número: 2025-A-5202.
Asís, Semejantistas
POETAS, ESCRITORES Y NIÑOS DEL MUNDO
Libre acceso y para imprimir:
TODOS LOS LIBROS PUBLICADOS LIBRES
Antologías-recopilaciones

“UN POEMA A PABLO NERUDA”
“MIL POEMAS A PABLO NERUDA”
“MIL POEMAS A CÉSAR VALLEJO”
“MIL POEMAS A MIGUEL HERNÁNDEZ”
“MIL POEMAS A JOSÉ MARTÍ”
“MIL POEMAS A ÓSCAR ALFARO”
“MIL POEMAS A SOR TERESA DE CALCUTA”
“A GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ”
Asís, niños y Poetas del mundo
“Los niños de la Escuela Poeta Neruda de Isla Negra”
“HOMENAJE A VINICIUS DE MORAES”
“CENTENARIO DE NICANOR PARRA”
“HOMENAJE A CÉSAR ALVA LESCANO”
“HOMENAJE A LA MUJER DE BOLIVIA”
“¿POR QUÉ, MÉXICO” A LOS DE AYOTZINAPA
“HOMENAJE A ANA FRANK”
“HOMENAJE A MARA L. GARCÍA”
“HOMENAJE A LUIS WEINSTEIN”
“Epígrafes”
“Títulos sugeridos”
“Homenaje a Túpac Amaru”
“Homenaje a las voces celestiales”
Asís, niños y Poetas del mundo
“Identidad de los pueblos”
“Homenaje a Martin Luther King”
“Homenaje José Carlos Mariátegui”
“Sociedades enfermas”
“Homenaje a Jorge Luis Borges”
“Homenaje a Víctor Jara”
“A los niños de Siria”
“Homenaje a Mario Benedetti”
“El agua de vida”
“Poetas y niños en navidad”
“Todos somos África”
“Cartas a Donald Trump”
Asís, niños y Poetas del mundo
“Homenaje a Diana de Gales”
“Pachacútec y Atahualpa”
“103 Años de Nicanor Parra”
“I SEMILLERO MISTRALIANO”
“Homenaje a Ciro Alegría”
“Homenaje a Benito Juárez”
“Homenaje a Poli Délano”
“Niños de México y Sor Teresa de Calcuta”
“Un borde azul para Bolivia”
“Centenario de Violeta Parra”
Asís, niños y Poetas del mundo
“Susurros al oído”
“Décimas y otras letras a la paz”
“Gracias a la vida” (MOMENTOS)
“Centenario de César Alva Lescano”
“Insólita esperanza” LA PAZ EN COREA
“Homenaje cascos blancos de Siria”
“Sonetos y otras letras”
“IV Semillero Vallejiano”
Asís, niños y Poetas del mundo
“Todos somos culpables”
“De la tierra al cielo”
“Los poetas en navidad”
“Buenos deseos para el 2019”
¿Qué pasa contigo Venezuela?
“Color de piel”
“Bendita naturaleza”
“Amor y semejanza”
Concurso, creación “VersAsís”
Fidel Alcántara Lévano miles de poemas
“VersAsís a personajes”
“Los niños de Cali-Colombia”
“Homenaje al día de la tierra”
“Amor de mar a cordillera”
Asís, niños y Poetas del mundo
Memorial de Isla Negra “Danilo Sánchez Lihón”
II Semillero Mistraliano (Niños de Chile)
Jairo Dealba “VersAsís”
Homenaje al aniversario de la muerte de Neruda
Homenaje a Víctor Paz Estenssoro
Escuela 80523 niños de Santiago de Chuco
Colegio César Vallejo niños de Santiago de Chuco
Colegio Idelfonso
Colegio Karl Weiss
Colegio Virgen de la puerta
Asís, niños y Poetas del mundo
Homenaje a la “COP25”
“Semejantistas” 2020
Homenaje a médicos y enfermeros COVID-19
Homenaje a “Marco Martos Carrera”
Homenaje a “Fidel Alcántara Lévano”
Homenaje a Leoncio Bueno
Homenaje a Víctor José la Chira
Homenaje a Octavio Paz
Homenaje a los poetas de Brasil
Primavera 2024
Poetas de paz 2024
Semillero de los niños y adolescentes por la paz
Homenaje a Pepe Mujica de Uruguay
Homenaje a María Edwards McClure
Semillero mundial 2024
Año de la paz 2025-1
Año de la paz 2025-2
Año de la paz 2025-3
Premio edición: Gabriela Barraza
Homenaje a Carlos Augusto Salaverry
Homenaje a Víctor Hugo
VersAsís, estructura y premios
Los “VersAsís” son una forma poética.

Estructura de 8 versos con escala de palabras desde dos a cuatro y termina con dos.
Características principales de esta forma de escritura:

Estructura: Algo importante que se ha sucedido en la creación de nuevas formas literarias son los VersAsís una composición de 8 versos con escala de palabras desde dos a cuatro y sigue con cuatro y termina con dos, en la cual es posible desarrollar un concepto, un título.
Asís, niños y Poetas del mundo
El principal libro de Concepción mundial tuvo mil VersAsís y en las antologías se ha seguido escribiendo sobre el mismo lo cual me llevó a entregar premios por su trabajo al escritor José Hilton Rosa de Brasil y a Eric Cobas de Cuba, además de ser premiados otros 15 con su propio libro de VersAsís conteniendo 50 de sus creaciones.

Todos publicados en mi página.
www.alfredasis.cl
Asís, niños y Poetas del mundo
Los VersAsís

Accesibilidad:

Diseñados para ser accesibles
a personas de todas las edades,
combinando estructura precisa
con libertad creativa.

Ejemplo, VersAsís en homenaje a Gabriela Mistral
y su Valle de Elqui

Por Magali Aguilar Solorza

El Legado de la Tierra

Elqui

Ella sube,
cada cumbre;
cual blanca nube,
como una fiel costumbre.
En el cerro vigila,
su luz observando,
paz destila,
va amando.
Premios edición 50 VersAsís

Premios edición de “VersAsís”

50 "VersAsís" Ana María Galván Rocha
50 "VersAsís" Mara L. García
50 "VersAsís" Justo A. Pérez Betancourt
50 "VersAsís" Elisa Barth
50 "VersAsís" Damaris Marrero Lupo
50 "VersAsís" Maura Sánchez Benites
50 "VersAsís" José Hilton Rosa
50 "VersAsís" Fidel Alcántara Lévano
50 "VersAsís" Conceição Maciel
50 "VersAsís" Ernestina Lumher
50 "VersAsís" Magali Aguilar Solorza
50 "VersAsís" Ernesto R. del Valle
50 “VersAsís” Paulo Vasconcellos
50 “VersAsís” Rossibel Ipanaqué Madrid
Premios edición 50 VersAsís

50 “VersAsís” Roselena de Fátima Nunes F.
50 “VersAsís” Bella Clara Ventura
50 “VersAsís” Ariel Batista Odorio
2-50 “VersAsís” Ariel Batista Odorio
2-50 “VersAsís” Mariela Hung Sue
2-50 “VersAsís” Magali Aguilar Solorza
2-50 “VersAsís” Mariela Hung Sue
50 “VersAsís” Roberto Conde
50 “VersAsís” Zoraya Ortiz
3-50 “VersAsís” Magali Aguilar Solorza
2-50 “VersAsís” Roberto Conde
3-50 “VersAsís” Ariel Batista Odorio
Alumnos del mundo
Premio Alfred Asís Edición para los niños

Semillero mundial: 18 alumnos premiados:
1 DE 18 - Cícero Livino da Silva Neto (Brasil)
2 DE 18 - Pablo Esteban Campos Mena (Perú)
3 DE 18 - Sofía Andrade (Panamá)
4 DE 18 – Adriana Sáez Rivera (Panamá)
5 DE 18 – Liliana González (México)
6 DE 18 – Sabrina León (México)
7 DE 18 – Mayra Ayelén Jiménez (Argentina)
8 DE 18 – Gabriela Barraza (Chile)
Stephany Alcántara Tello (Cajamarca-Perú)
Premio Gabriela Mistral
Miriam Curo Zapana (Moquegua-Perú)
Obra José Carlos Mariátegui
Matilda Herrera (Caldera-Chile)
Mil poemas a la paz.
Premios ediciones niños
Francisca González, Chile (En espera de archivo)
Alumnos de Panamá (En espera de archivos)
Alumnos de Perú (En espera de archivo)
Isla Negra

Poetas del mundo

Chile
Los viajes de Alfred Asís
www.alfredasis.cl